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	<title>Ideas in Blog &#187; tecnologia</title>
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		<title>Os cachorros da teoria memética</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2009 04:34:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marianne</dc:creator>
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		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Em um tempo não tão distante Diana Domingues escreveu: &#8220;Nos espaços de dados, as informações se contaminam em unidades de memória ou &#8220;memes&#8220;, genes informacionais que se contaminam e modificam seu comportamento nos computadores e redes. (&#8230;) conforme as ideias de Richard Dawkins (1996), que trata de DNAs culturais por &#8220;memes&#8221; informacionais, em unidades de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-479" title="meme1" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2009/05/meme1.jpg" alt="" width="460" height="241" /></p>
<p>Em um tempo não tão distante Diana Domingues escreveu:</p>
<p>&#8220;Nos espaços de dados, as informações se contaminam em unidades de memória ou &#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Meme" target="_blank">memes</a>&#8220;, genes informacionais que se contaminam e modificam seu comportamento nos computadores e redes. (&#8230;) conforme as ideias de <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Richard_Dawkins" target="_blank">Richard Dawkins</a> (1996)</strong>, que trata de DNAs culturais por &#8220;memes&#8221; informacionais, em unidades de memória que se modificam em memórias de banco de dados computacionais. A &#8220;teoria das memes&#8221; se define como um DNA cultural, análogo de certa forma à &#8220;teoria dos genes&#8221;. (&#8230;)<br />
A presença das tecnologias computacionais e das redes modifica nossa leitura da sociedade e dos processos intercomunicacionais que nela estão se verificando pelo diálogo com os bancos de dados e redes. Os genes de ordem da informação genética ou as &#8220;memes&#8221; em processos meméticos estão se movendo em outras colônias através de circuitos à base de silício. São ideias que se movimentam em réplicas que modificam a informação primeira num processo viral. As &#8220;memes&#8221; são disseminadas através da revolução digital e determinam a presença de padrões comportamentais cognitivos que se propagam e se replicam através da comunicação. No que se refere à &#8220;Memesis&#8221;, afirma-se que assim como o corpo biológico incorpora mutações pela presença de corpos mecânicos, agora existe um outro corpo informacional que modifica nossa concepção individual de corpo. A humanidade está se externalizando em computadores e redes. Pela world wide web, máquinas conversam com máquinas e, na rede, memórias de máquinas proporcionam experiências coletivas antes não experimentadas.</p>
<blockquote><p>(DOMINGUES, DIANA. &#8220;Criação e interatividade na ciberarte&#8221;. Pag 48-49. São Paulo. 2002.)</p></blockquote>
<p><strong>Ufa! Será que agora deu para entender o que é um meme?</strong></p>
<p>Não? Então, eu explico de novo! Um &#8220;meme&#8221; é uma unidade informacional, cunhada por Richard Dawkin para designar aquela informação facilmente entendida e transmitida, preferencialmente, numa rede de pontos interconectados. Melhorou? Bom, Baseando-se nessa representação de meme, posso dizer o Yahoo foi muito feliz na escolha do nome de seu mais novo produto.</p>
<p>Em abril, mês passado, o Yahoo disponibilizou para teste uma ferramenta muito similar ao twitter, chamada &#8220;Yahoo meme&#8221;. Uma rede social em formato de microblogging que permite o compartilhamento de &#8220;memes&#8221;, ou seja, informações sintéticas em forma de texto, foto ou vídeo. Mas a ferramenta só foi disponibilizada para alguns usuários. Esses, por sua vez, tinham o direito de convidar 3 amigos (como no início do orkut, lembra?). O surgimento da ferramenta, baseado no marketing da exclusividade, gerou um burburinho entre aqueles que tiveram a oportunidade de criar um login. Para alguns, o Meme é apenas uma cópia bonita e sem futuro do twitter; para outros, uma promessa de algo que vai &#8220;bombar&#8221;. Sendo ou não, a verdade é que o meme tem um visual bonito, um texto divertido de diálogo com o usuário  e está aberto a sugestões de melhorias da turma q está testando a ferramenta. Além disso, o Yahoo Meme utiliza o carisma canino, através desenhos fofos de cachorros, como tema de seu layout e da comunicação com o usuário. Au, au!</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-537" title="meme2" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2009/07/meme21.jpg" alt="meme2" width="460" height="800" /></p>
<p>Se você já tem uma conta no meme, me adiciona lá: <a href="http://meme.yahoo.com/marianneabreu">http://meme.yahoo.com/marianneabreu</a></p>
<p>Com tantas redes sociais para &#8220;abastecer&#8221;, não garanto que meu espaço no meme estará sempre atualizado, mas, sim, vale uma visita.</p>
<p>Ah, e claro, quem me convidou pro Meme foi o @vtheodoro! Uma gentileza depois dele ter escondido meus ingressos do Oasis! <img src='http://www.marianneabreu.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>FILE09 &#8211; Festival Internacional de Linguagem Eletrônica</title>
		<link>http://www.marianneabreu.com.br/blog/2009/04/25/file09-festival-internacional-de-linguagem-eletronica/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 22:39:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marianne</dc:creator>
				<category><![CDATA[arte]]></category>
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		<description><![CDATA[Alguns dias depois de ter visitado o MAM, fui ao FILE (Festival internacional de linguagem eletrônica) no Oi Futuro do Flamengo. Acho fantástico quando os artistas aproveitam novas tecnologias para fazer arte e criam uma obra com ar vanguardista. Entretanto, tenho me decepcionado um pouco. A interatividade em exposições de arte não tem funcionado tão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-463" title="FILE09" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2009/04/file01.jpg" alt="" width="460" height="330" /></p>
<p>Alguns dias depois de ter visitado o MAM, fui ao <a href="http://www.file.org.br/" target="_blank">FILE</a> (Festival internacional de linguagem eletrônica) no <a href="http://www.oifuturo.org.br" target="_blank">Oi Futuro</a> do Flamengo. Acho fantástico quando os artistas aproveitam novas tecnologias para fazer arte e criam uma obra com ar vanguardista. Entretanto, tenho me decepcionado um pouco. A interatividade em exposições de arte não tem funcionado tão bem como parece. Em exposições como essas, o observador deixa de ser passivo e passa a ser um personagem ativo daquela obra. Assim, a experiência não é a mesma se você não participar da interação. O problema é quando a obra atribui um tipo de experiência individual. Então, imagina uma exposição com fila para ver cada obra. Haja paciência! Haviam várias obras assim no FILE 09 e era necessário esperar sua vez para &#8220;testar&#8221; o experimento. Tive que passar reto diante de algumas obras, porque as crianças haviam tomado de conta.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/nothinglefttoadjust/3251703240/"><img class="alignnone size-full wp-image-448" title="Daan Brinkmann" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2009/04/arte04.jpg" alt="" width="460" height="330" /></a></p>
<p>De qualquer forma, três das obras que estavam no FILE, chamaram muita a minha atenção:</p>
<p>A primeira é o <a href="http://www.neural.it/art/2008/02/skinstrumen_how_to_generate_so.phtml" target="_blank">skinstrument</a>, <strong>instrumento musical em formato de esfera prateado</strong> que toca sons variados dependendo de como você o toca. A esfera capta o calor e o tato humano e transforma em música! A imagem a cima mostra um homem &#8220;tocando&#8221; o skinstrument.</p>
<p>A segunda é um telão que funciona como um <strong>espelho que troca os rostos de quem o </strong><strong>olha</strong>. As pessoas que paravam para observar, percebiam que seus rostos haviam sido trocados com o das pessoas do lado. Isso gerou boas gargalhadas.</p>
<p>A terceira obra é a que eu achei mais divertida: o &#8220;Presence&#8221; projeta imagens que reagem ao movimento e ao toque na tela. Por exemplo, as bolas projetadas estouram e amassam ao serem tocadas. É divertido quando várias pessoas brincam tentando estourar e movimentar &#8220;bolas de sabão&#8221; virtuais. Veja:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/RigNTH7RB3s&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/RigNTH7RB3s&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/aPXVLy1wJiM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/aPXVLy1wJiM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Arte feita de ketchup e tecnologia</title>
		<link>http://www.marianneabreu.com.br/blog/2009/04/25/arte-feira-de-ketchup-e-tecnologia/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 22:19:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marianne</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Voce só é novo uma vez, mas isso pode durar uma vida inteira.&#8221; (Vik Muniz) Naquele dia cheguei ao MAM (Museu de Arte Moderna) do Rio de Janeiro. Subi as escadas e me deparei com um quadro aparentemente expressionista na parede. Então, a pintura se movimentou. E ela ia para um lado e para o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<form id="fave_form" style="visibility: hidden;" method="post">
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<p><!-- PHOTO CONTENT: DESCRIPTION, NOTES, COMMENTS --></p>
<blockquote><p>&#8220;Voce só é novo uma vez, mas isso pode durar uma vida inteira.&#8221; (Vik Muniz)</p></blockquote>
<p>Naquele dia cheguei ao <a href="http://www.mamrio.com.br/" target="_blank">MAM</a> (Museu de Arte Moderna) do Rio de Janeiro. Subi as escadas e me deparei com um quadro aparentemente expressionista na parede. Então, a pintura se movimentou. E ela ia para um lado e para o outro de forma hipnotizante, como se estivesse viva e quisesse escolher seu caminho. Do outro lado, imagens eram projetadas nas paredes em movimento, e no canto logo ali, letras de de código de DNA caiam em um grande tubo de acrílico. Não é delírio. A arte eletrônica e interativa chegou aos grandes museus de arte.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-444" title="Osmo Rahaula" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2009/04/arte00.jpg" alt="" width="460" height="161" /></p>
<p>A exposição de <a href="http://www.osmorauhala.net/">Osmo Rauhala</a> no MAM me fez perceber o quanto a arte tem invadido o espaço tecnológico para apresentar conceitos de &#8220;não-função&#8221;, ou seja, tecnologia só pra ver.</p>
<p>A arte de Rauhala estava lá, mas foi <a href="http://www.vikmuniz.net/" target="_blank">Vik Muniz</a>, com sua exposição no salão maior, que chamou mais atenção. Sua arte parte do aproveitamento de materiais que ignoramos, como o lixo e a sucata. Com esse tipo de material ele faz a releitura de obras de artistas famosos, como, por exemplo, a monalisa feita de ketchup. Vik segue a filosofia de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Andy_Warhol">Andy Warhol</a>: &#8220;<strong>a cópia de uma cópia é sempre um original</strong>&#8221; e com isso, brinca de recriar até a própria arte. Vik é brasileiro, nasceu em São Paulo e depois mudou para Nova York, onde consagrou sua carreira como artista contemporâneo.</p>
<p>A onda de sustentabilidade, reciclagem e aproveitamento de materiais, assim como, as novas tecnologias, tornaram-se meios novos de se fazer arte. <strong>Os artistas abraçaram aquilo que nossa sociedade tem dado mais atenção e levaram para as paredes das grandes salas de exposição</strong>.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-445" title="Vik Muniz" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2009/04/arte01.jpg" alt="" width="460" height="328" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-446" title="Vik Muniz" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2009/04/arte02.jpg" alt="" width="460" height="361" /></p>
<p>Abaixo, Vik Muniz representa o mundo usando sucata de computador, monitores, CPUs, teclados, placas de vídeo, placas mães etc:</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-447" title="Vik Muniz" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2009/04/arte03.jpg" alt="" width="460" height="222" /></p>
<p>Veja o vídeo da equipe de Muniz recriando uma pintura de Caravaggio:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/7TscXP1FuQA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/7TscXP1FuQA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Pensando no futuro&#8230;</title>
		<link>http://www.marianneabreu.com.br/blog/2009/03/05/pensando-no-futuro/</link>
		<comments>http://www.marianneabreu.com.br/blog/2009/03/05/pensando-no-futuro/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 04:59:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marianne</dc:creator>
				<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[interface natural]]></category>
		<category><![CDATA[microsoft]]></category>

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		<description><![CDATA[Fevereiro passou e eu nem vi. Viagens, mudanças, freelas, carnaval e já estamos em março. E em fevereiro os dias caem pela metade. Com isso, acabei deixando esse blog de lado. Mas, tudo bem, era carnaval! O tempo passou tão rápido. O futuro chegou ligeiro. E, por falar em futuro&#8230; Março começou com videozinhos pra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Fevereiro passou e eu nem vi. Viagens, mudanças, freelas, carnaval e já estamos em março. E em fevereiro os dias caem pela metade. Com isso, acabei deixando esse blog de lado. Mas, tudo bem, era carnaval! O tempo passou tão rápido. O futuro chegou ligeiro. E, por falar em futuro&#8230;</p></blockquote>
<p>Março começou com videozinhos pra lá de futuristas rolando na internet, coisa que eu adoro. Primeiro, foi o &#8220;world builder&#8221;, um curta criado por Bruce Branit que levou 2 anos de pós-produção para simular a criação de um mundo fantástico através da holografia.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="225" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=3365942&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="225" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=3365942&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
<a href="http://vimeo.com/3365942">World Builder</a> from <a href="http://vimeo.com/user1349603">Bruce Branit</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p>O outro foi o vídeo da microsoft, fictício também, porém mais provável. Muito do que é visto nesse vídeo da microsoft já existe hoje, outras coisas ainda estão em fase de pesquisa. Outras ainda, já até postei nesse blog. Pra mim, um futuro próximo que confirma os estudos e teorias de Mark Weiser sobre a <a href="http://blog.seatecnologia.com.br/2009/01/15/projeto-super-maquina" target="_blank">computação ubíqua</a> (Ubiquitous Computing) publicado em 1991 em seu artigo &#8220;The Computer for the 21st Century&#8221;.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="220" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=3467839&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="220" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=3467839&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
<a href="http://vimeo.com/3467839">Microsoft Office Labs view 2019 (full)</a> from <a href="http://vimeo.com/antares500">antares500</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mark_Weiser" target="_blank">Mark Weiser</a> acredita que o computador se tornará &#8220;invisível&#8221;, mas não invisível de forma que não possamos enxergar, mas invisível de forma que sua presença será ignorada. Isto é, interfaces naturais que permitem o uso de forma harmoniosa com o corpo humano fará com que as pessoas nem percebam que estão comandando um computador.<br />
Esqueça aquela história de se sentar na frente de uma caixa cheia de fios ligada a um dispositivo com botões e letras, obrigando-o a sentar de maneira desconfortável.</p>
<p>Ubiquidade, interfaces naturais e adaptativas são a cara do futuro. Invisibilidade! Deixaremos de notar, assim como hoje fazemos com a escrita e com o motor. A escrita e o motor são tecnologias antigas que, hoje, estão em todos os lugares. Mas nem lembramos quando realmente estamos usando a nosso favor. Isso acontece porque essas tecnologias foram adaptadas ao nosso modo de vida e necessidades e não o contrário.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-383" title="evolucao" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2009/03/evolucao.jpg" alt="" width="450" height="154" /></p>
<p>Lembro que certa vez recebi um e-mail com o desenho do &#8220;homem do futuro&#8221;. Ele tinha longos braços para <del>teclar</del> usar o teclado, o mouse e demais dispositivos do computador, tinha também pernas atrofiadas por se manter muito tempo sentado e uma cabeça grande por usar o cérebro em demasia. Surreal!<br />
Isso seria se render à tecnologia atual e obrigar o homem a se adaptar a ela. &#8220;Visões antropocêntricas são bem mais valiosas que as tecnocêntricas&#8221;. Fecho este post com o mesmo discurso que apresentei ao CMO da empresa que eu trabalhava em 2004.</p>
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		<title>Web 2.0: O Rafinha é meu amigo.</title>
		<link>http://www.marianneabreu.com.br/blog/2009/01/28/web-20-o-rafinha-e-meu-amigo/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Jan 2009 04:29:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marianne</dc:creator>
				<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.marianneabreu.com.br/blog2/?p=352</guid>
		<description><![CDATA[Em 2007, eu trabalhava na TV1. Na época, a empresa produziu um vídeo que resume boa parte do que tenho estudado e pesquisado. O vídeo fala sobre o Rafinha. Foi aí que descobri que todas as minhas pesquisas sociológicas e antropológicas serviam para explicar a vida e costumes do Rafinha. Coincidentemente, naquele mesmo ano, publiquei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-353" title="rafinha" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2009/01/rafinha.jpg" alt="" width="450" height="300" /></p>
<p>Em 2007, eu trabalhava na TV1. Na época, a empresa produziu um vídeo que resume boa parte do que tenho estudado e pesquisado. O vídeo fala sobre o Rafinha. Foi aí que descobri que todas as minhas pesquisas sociológicas e antropológicas serviam para explicar a vida e costumes do Rafinha. Coincidentemente, naquele mesmo ano, publiquei um artigo falando sobre como essa revolução tecnológica e comunicacional tem influenciado a sociedade, ou, poderia dizer, o Rafinha.</p>
<p>Acho esse vídeo fantástico! Com certeza, uma ótima referência para qualquer pessoa que trabalha com internet. Já vai fazer 2 anos que ele foi publicado, mas ainda é atual. Assista:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/JMRF_ZXms9E&amp;hl=en&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/JMRF_ZXms9E&amp;hl=en&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Vivemos hoje em um mundo estranho. Estranho porque quebrou uma série de conceitos de mundo que aprendemos com os nossos pais, desde criança. Hoje, mantenho um diário aberto em que falo o que acontece na minha vida para, literalmente, todo mundo (o twitter), mantenho várias redes sociais e me comunico, basicamente, pelo messenger.</p>
<p>O parabéns de aniversário chega por scrap, o convite de balada chega por MSN, as notícias sobre os amigos q moram longe chegam por twitter. Recebo e-mails da minha prima de 7 anos e scraps da minha tia-avó de 65 anos, converso com meus pais pelo Skype&#8230;</p>
<p>E enquanto, muitos defendiam que isso nos tornaria mais distantes das pessoas, digo o contrário, sinto-me mais próxima delas. Nerd ou geek, eu? Não, sou uma pessoa normal. Gosto de contato físico, gosto de me comunicar, gosto de balada e ando de bicicleta. Sim, sou amiga do Rafinha e o Rafinha é meu amigo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>The End. O cinema morreu? Não me conte o final desse filme, Peter.</title>
		<link>http://www.marianneabreu.com.br/blog/2009/01/28/o-cinema-morre-nao-me-conte-o-final-desse-filme-peter/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Jan 2009 03:08:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marianne</dc:creator>
				<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;O cinema morreu&#8221; &#8211; diria Peter Greenaway com total convicção. Em 2008, o multiartista britânico esteve no Brasil para viabilizar a produção de um filme que deverá rodar em São Paulo. Mas não apenas para isso: entre 2002 e 2003, ele produziu um filme chamado Tulse Luper, que tem nada mais, nada menos que sete [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-344" title="greenaway2" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2009/01/greenaway2.jpg" alt="" width="450" height="300" /></p>
<p>&#8220;O cinema morreu&#8221; &#8211; diria Peter Greenaway com total convicção. Em 2008, o multiartista britânico esteve no Brasil para viabilizar a produção de um filme que deverá rodar em São Paulo. Mas não apenas para isso: entre 2002 e 2003,  ele produziu um filme chamado Tulse Luper, que tem nada mais, nada menos que sete horas de duração, e foi desmembrado para fazer um &#8220;Live Cinema&#8221;. O &#8220;Live Cinema&#8221; de Tulse Luper tornou-se uma apresentação em VJing do que é possível fazer com o cinema utilizando as tecnologias de hoje.</p>
<p>Sons externos tocando em tempo real, intervenção artística no cinema, tela touch-screen desenhando sobre as cenas, mixagem e edição ao vivo. Para Greenaway, depois que a televisão com controle remoto surgiu e as pessoas começaram a usar o &#8220;zapping&#8221; (troca-troca de canais) o cinema sacramentou sua morte. Para ele &#8220;não há mais por que juntar um monte de gente numa sala escura&#8221;, afinal, &#8220;já existe tecnologia para envolver o espectador em som e imagem por todos os lados e fazer dele o sujeito da ação&#8221;.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-343" title="greenaway1" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2009/01/greenaway1.jpg" alt="" width="450" height="300" /></p>
<p>A ideia de Peter em relação ao cinema é bem interessante e se adequa à realidade que temos vivido atualmente, quando as pessoas buscam cada vez mais mídias com as quais possam interagir. Entretanto, acredito que o artista britânico foi muito ousado e polêmico ao anunciar uma morte retrógrada do cinema. Assisti a palestra de Peter e o que eu percebi é que ele é um artista da década de 40, com fortes influências renascentistas e barroca, que descobriu o enorme potencial que o cinema aliado às novas tecnologias possui, e vislumbrou idéias vanguardistas.</p>
<p>De qualquer forma, tudo isso deve ser interpretado com muito cuidado. O cinema deve sim investir em novas tecnologias e interação dentro da sala de cinema. Mas a passividade, em meio ao alvoroço interativo com atenções divididas, pode ser um alívio para a mente. Experimentar é bom e eu ficaria contente se pudesse entrar numa sala de cinema com telas por todos os lados e várias cenas acontecendo ao mesmo tempo. Mas, não abro mão de entrar numa sala escura e focar minha atenção na história que está rolando na minha frente. Também gosto de ouvir e ver histórias. E apenas ouvir e ver para descansar a mente.</p>
<p>Abaixo, parte da palestra e apresentação de Peter Greenway, que tive a oportunidade de assistir no Rio:<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/JdAucw2eX_E&amp;hl=en&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/JdAucw2eX_E&amp;hl=en&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/qZQTmrp261E&amp;hl=en&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/qZQTmrp261E&amp;hl=en&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Play Auditorium: Site praticamente reproduz reactable em jogo online.</title>
		<link>http://www.marianneabreu.com.br/blog/2008/12/22/play-auditorium-site-reproduz-reactable-em-jogo-via-web/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Dec 2008 03:34:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marianne</dc:creator>
				<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[interatividade]]></category>

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		<description><![CDATA[Para quem não conhece, Reactale é um instrumento musical que usa mesa multi-touch. Ao colocar objetos sobre a mesa de superfície luminosa e translúcida, um som diferente é produzido de acordo com o posicionamento do objeto. Chamamos isto de um sintetizador modular multi-touch. A Reactable foi criada pelo grupo de música digital do Instituto Audiovisual [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-328" title="reactable" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/12/reactable.jpg" alt="" width="439" height="230" /></p>
<p>Para quem não conhece, <a href="http://mtg.upf.edu/reactable/" target="_blank">Reactale</a> é um instrumento musical que usa mesa multi-touch. Ao colocar objetos sobre a mesa de superfície luminosa e translúcida, um som diferente é produzido de acordo com o posicionamento do objeto. Chamamos isto de um sintetizador modular multi-touch. A Reactable foi criada pelo grupo de música digital do Instituto Audiovisual da Universidade Pompeu Fabra de Barcelona e se popularizou nas turnês da cantora islandesa Bjork.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Ni_x_74VKU0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/Ni_x_74VKU0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Eu já conhecia a reactable quando fui ao show da Bjork no Brasil em 2007. Mas naquele ano, pela primeira vez, pude presenciar o uso real do instrumento em um concerto musical. Fiquei maravilhada em ver aquilo no palco funcionando de verdade bem ali, pertinho de mim.</p>
<p>Assim, não era de se estranhar que eu também ficasse maravilhada com o <a href="http://www.playauditorium.com/" target="_blank"><strong>Play Auditorium</strong></a>. O site praticamente reproduziu uma reactable em um jogo online! No jogo, você tem objetos arrastáveis e um espectro de luz. A missão é guiar o espectro até as caixas musicais posicionadas na tela. Quando o espectro atinge as caixas musicais e o som é tocado, você passa para o próximo nível. São 15 níveis de dificuldade numa bela mostra de som, luz e cores.<br />
Eu viciei e fiquei horas jogando como se fosse uma Reactable. Apesar do <strong>Play Auditorium</strong> ainda estar distante de uma Reactable real, a influência é visível e a diversão é garantida.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-329" title="playauditorium1" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/12/playauditorium1.jpg" alt="" width="450" height="281" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-330" title="playauditorium2" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/12/playauditorium2.jpg" alt="" width="450" height="281" /></p>
<p>O projeto surgiu de alguns experimentos de jogos de reação e música feitos pelos nova iorquinos Dain Sain e William Stallwood. No início, eles não sabiam o que realmente iam produzir, pois, afinal, estavam apenas experimentando. Aos poucos, testando com os amigos e juntando experimentos que já haviam feito, chegaram ao puzzle apresentado.<br />
Segundo eles, a produção do game e a renderização das luzes não foi uma tarefa fácil. Foi preciso muitos testes e noites para se chegar ao resultado final. Agora, O próximo desafio dos criadores do <strong>Play Auditorium</strong> é reproduzir o jogo para iphone.</p>
<div style="padding: 1em 0pt; text-align: left;"><a href="http://hp.gizmodo.com.br/conteudo/play-auditorium-site-reproduz-reactable-em-jogo-online" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-217" title="hpspot4" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/10/hpspot4.jpg" alt="" width="450" height="63" /></a></div>
]]></content:encoded>
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		<title>Com hologramas falsos, CNN tenta dar uma de StarWars nas eleições.</title>
		<link>http://www.marianneabreu.com.br/blog/2008/11/07/com-hologramas-falsos-cnn-tenta-dar-uma-de-starwars-nas-eleicoes/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Nov 2008 16:14:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marianne</dc:creator>
				<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[As eleições do presidente americano tiveram várias inovações. Uma delas e mais marcante, é claro, foi o próprio presidente eleito: um negro, com antecedência árabe e Hussein no nome. Durante a campanha, o site de Obama, que abrangeu boa parte das redes sociais da internet com uma identidade visual e materiais promocionais bem concebidos, se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-240" title="hologram" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/11/hologram.jpg" alt="" width="450" height="362" /></p>
<p>As eleições do presidente americano tiveram várias inovações. Uma delas e mais marcante, é claro, foi o próprio presidente eleito: um negro, com antecedência árabe e Hussein no nome. Durante a campanha, o site de Obama, que abrangeu boa parte das redes sociais da internet com uma identidade visual e materiais promocionais bem concebidos, se tornou uma referência de campanha online. Wow! Até eu, logo no início da campanha, criei minha página no &#8220;<a href="http://my.barackobama.com" target="_blank">mybarackobama.com</a>&#8221; só pra ver como funcionava.<br />
Mas as inovações não pararam por aí. A CNN para anunciar o resultado das eleições presidenciais dos EUA, tentou sair na frente e <span style="text-decoration: line-through;">engambelou</span> lançou, no dia 4 de novembro, um &#8220;sistema de holografia&#8221; em seu canal de comunicação entre jornalistas. Então, a repórter Jessica Yellin foi &#8220;teleportada&#8221; de Chicago para o estúdio da CNN em Nova York.</p>
<p>Seria extremamente inovador se não fosse pelo seguinte fato: <strong>não eram hologramas</strong>!<br />
Hans Jürgen Kreuzer, professor especialista em holografia da Universidade de Dalhousie logo apontou &#8220;sofisticado, mas não acho que fizeram com hologramas&#8221;.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/thOxW19vsTg&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/thOxW19vsTg&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Os âncoras da CNN não estavam conversando realmente com uma &#8220;Jessica Yellin&#8221; projetada em imagem tridimensional e sim, com um espaço vazio. A imagem foi adicionada por meio de computação gráfica de modo a dar a falsa impressão que era um holograma. (ah, assim é fácil, né?)</p>
<p>Kreuzer explicou que as imagens, na verdade eram &#8220;tomogramas&#8221;, quando esta é capturada de todos os lados. No caso da CNN, eles usaram 35 câmeras de alta-definição sincronizadas com 20 computadores para possibilitar a transmissão ao vivo.</p>
<p>É&#8230; Não foi dessa vez que chegamos a uma realidade próxima às cenas de StarWars em que R2D2 permitia teleconferência por holograma.</p>
<p>Leia mais:<br />
- <a href="http://www.cbc.ca/technology/story/2008/11/05/tech-holograms.html" target="_blank">CNN&#8217;s holograms not really holograms</a><br />
- <a href="http://www.gizmodo.com.br/conteudo/como-funciona-o-sistema-de-entrevista-holografica-da-cnn" target="_blank">Como funciona o sistema de entrevista holográfica</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Blogcamp na escola do futuro</title>
		<link>http://www.marianneabreu.com.br/blog/2008/10/24/blogcamp-na-escola-do-futuro/</link>
		<comments>http://www.marianneabreu.com.br/blog/2008/10/24/blogcamp-na-escola-do-futuro/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2008 02:42:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marianne</dc:creator>
				<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>

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		<description><![CDATA[A utopia que virou realidade Imagine uma escola com aulas que incentivem o uso de video games, tenha wi-fi liberado, wii para jogar com os amigos no intervalo, totó digital, puffs no auditório, mesas com cadeiras modulates e coloridas que juntas formam um grande círculo, uma parede com ipods, sinalização divertida e paredes desenhadas. Imaginou? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A utopia que virou realidade</strong></p>
<p>Imagine uma escola com aulas que incentivem o uso de video games, tenha wi-fi liberado, wii para jogar com os amigos no intervalo, totó digital, puffs no auditório, mesas com cadeiras modulates e coloridas que juntas formam um grande círculo, uma parede com ipods, sinalização divertida e paredes desenhadas.</p>
<p><img class="size-full wp-image-153 alignnone" title="blogcampnave4" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/10/blogcampnave4.jpg" alt="" width="420" height="360" /></p>
<p>Imaginou?</p>
<p>Agora imagine isso numa escola pública.</p>
<p><a href="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/10/blogcampnave01.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-167" title="colégio estadual" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/10/blogcampnave01.jpg" alt="" width="420" height="360" /></a></p>
<p>O quê? Está achando isso muito utópico?</p>
<p>Eu também achava, mas isso já existe no Rio de Janeiro. A &#8220;Oi Futuro&#8221; investiu forte numa escola estadual da Tijuca e o projeto se fez realidade com a criação do <a href="http://www.onave.org.br" target="_blank">NAVE (Núcleo Avançado em Educação)</a> na escola Estadual José Leite Lopes. O lugar é simplesmente <span style="text-decoration: line-through;">fodástico</span> fantástico.</p>
<p><img class="size-full wp-image-152 alignnone" title="blogcampnave3" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/10/blogcampnave3.jpg" alt="" width="420" height="360" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-161" title="blogcampnave13" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/10/blogcampnave13.jpg" alt="" width="420" height="360" /></p>
<p>Se sua imaginação ainda tem espaço, imagina um Playstation dentro de cabeça bem grande. Então você entra nessa cabeça e, ao jogar o videogame, fica com as perninhas de fora e um cabeção de pixel art. Acredite, eu experimentei. A sensação é de imersão total.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-159" title="blogcampnave11" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/10/blogcampnave11.jpg" alt="" width="420" height="360" /></p>
<p><strong>O Blogcamp e eventos do NAVE</strong></p>
<p>Conheci o NAVE pelo Descolagem (evento de tecnologia) de julho, que apesar de não ter participado, acompanhei em blogs e fotos. No final de setembro, no Blogcamp (evento sobre blogs) pude conhecer pessoalmente. Não me decepcionei, o lugar é realmente um sonho. Com todo esse ambiente marcado pela tecnologia, não é de se assustar que os nerds invadissem o espaço fazendo dali o lugar ideal para encontros. Essas fotos foram tiradas durante o Blogcamp 2008. E deixando um pouquinho de lado a magia do NAVE, adivinha o que mais se discutiu no evento? Dinheiro.</p>
<p><img class="size-full wp-image-166 alignnone" title="blogcampnave18" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/10/blogcampnave18.jpg" alt="" width="420" height="360" /></p>
<p><img class="size-full wp-image-165 alignnone" title="blogcampnave17" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/10/blogcampnave17.jpg" alt="" width="420" height="360" /></p>
<p><img class="size-full wp-image-164 alignnone" title="blogcampnave16" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/10/blogcampnave16.jpg" alt="" width="420" height="360" /></p>
<p>Basicamente, o que mais as pessoas queriam saber eram: Como ganhar dinheiro com meu blog? Como abrir uma empresa na internet e ficar rico? E então, algumas pessoas entraram em defesa dos posts pagos, links patrocinados, adsense e banners, enquanto outros condenaram. E eu que estava entrando devagarzinho no mundinho dos blogs, mesmo com um antigo blog morto em 1834, não sabia nem o que era monetização de blogs. E é claro que você sabe, né? (monetário = money = dinheiro, isto é, transformar água em vinho e ficar rico).</p>
<p>Bom, em época de crise econômica, <span style="text-decoration: line-through;">ficar rico</span> monetização não é lá má idéia. Aliás, vou amanhã mesmo criar minha conta no Google Adsense e encher esse meu blog de anúncios, para você, meu querido único leitor, me ajudar a gerar volume na carteira. Ora que coisa mais capitalista.</p>
<p>Enquanto isso, lá no Vale do Silício, <span id="contributor" class="c cs"><a href="http://www.wired.com/entertainment/theweb/magazine/16-11/st_essay">Paul Boutin da Wired</a> anuncia que blog é coisa do passado, que as tecnologias evoluíram e existem outras formas bem mais inteligentes de se espalhar uma notícia. Verdade ou não, esse blog continua vivo e talvez o artigo de Boutin abra espaço para mais uma discussão divertida nos puffs do NAVE.<br />
</span></p>
<p>O próximo evento no NAVE será o 3º Descolagem dia 22 de novembro com presença confirmada de <a href="http://www.luli.com.br/" target="_blank">Luli Radfaher</a>.</p>
<p>Para saber mais sobre o projeto NAVE, <a href="http://oglobo.globo.com/blogs/largman/post.asp?t=o_nave_ja_esta_voando_as_primeiras_imagens&amp;cod_Post=104803&amp;a=46" target="_blank">leia o artigo de Beto Largman aqui</a>, e sobre o BlogCamp, <a href="http://blogcamp.com.br/" target="_blank">visite o site do evento, </a>organizado por  <span class="fn">Bruno Dulcetti</span>.</p>
<p><img class="size-full wp-image-163 alignnone" title="blogcampnave15" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/10/blogcampnave15.jpg" alt="" width="420" height="360" /></p>
<p><img class="size-full wp-image-162 alignnone" title="blogcampnave14" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/10/blogcampnave14.jpg" alt="" width="420" height="360" /></p>
<p>Acima, a sinalização do banheiro.</p>
<p>E abaixo, o totó digital e o wii.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-158" title="blogcampnave10" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/10/blogcampnave10.jpg" alt="" width="420" height="360" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-160" title="blogcampnave12" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/10/blogcampnave12.jpg" alt="" width="420" height="360" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-154" title="blogcampnave6" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/10/blogcampnave6.jpg" alt="" width="420" height="360" /></p>
<p><img class="size-full wp-image-156 alignnone" title="blogcampnave8" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/10/blogcampnave8.jpg" alt="" width="420" height="360" /></p>
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		<title>Mas essa coisa de programa online é antigo, né?</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 04:43:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marianne</dc:creator>
				<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Se formos lá no início da internet, encontraremos os Mainframes, computadores grandes responsáveis por alto fluxo de transferência de dados. Ao mainframe, outros computadores eram conectados. Isso tornava possível o acesso aos programas online e outros dados. O que aconteceu de lá pra cá, é que nos concentramos em computadores locais, aumentando assim o espaço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se formos lá no início da internet, encontraremos os Mainframes, computadores grandes responsáveis por alto fluxo de transferência de dados. Ao mainframe, outros computadores eram conectados. Isso tornava possível o acesso aos programas online e outros dados. O que aconteceu de lá pra cá, é que nos concentramos em computadores locais, aumentando assim o espaço de armazenamento em computadores pessoais. Em paralelo, evoluímos nossas redes de transmissão de dados, o que permitiu resgatar e aplicar ao cenário atual a função do Mainframe.</p>
<p>E é essa a tendência da internet hoje. Além de servir como acesso a páginas web, servirá de acesso a aplicativos online. A pirataria e comercialização ilegal de programas deverá diminuir e o acesso deverá ser controlado por login e senha. Algumas empresas deverão cobrar por hora, por exemplo. Outras, como o google, deverão faturar com publicidade.</p>
<p>É claro que ainda é muito cedo para fazer qualquer tipo de previsão para o futuro. Mas esta é uma tendência. Guarde essas palavras: mobilidade, armazenamento online e interfaces naturais.</p>
<p><img src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/08/mainframe.jpg" alt="mainframe.jpg" /></p>
<p>Além do GoogleDocs citado no post anterior, hoje podemos usar uma versão similar ao photoshop, só que online: http://www.sumopaint.com/beta/</p>
<p>O que mais está surgindo?</p>
<p><span style="color: #999999;">Agradeço ao Flaviz Guerra por ter me lembrado dos Mainframes e ao Leonardo Aragão por ter enviado o link do &#8220;Photoshop Online&#8221;. </span></p>
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