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	<title>Ideas in Blog</title>
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		<title>A sensibilidade de Birds on Wire</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Dec 2009 14:35:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[
Em novembro, estive no TEDxSP e presenciei apresentações incríveis. Haviam ali, pessoas de áreas variadas falando e defendendo ideias que acreditam. Falavam com tanta sinceridade e amor ao que faziam, que emocionava todos que assistiam.
Uma das apresentações que mais me emocionou foi a de Jarbas Agneli que criou uma música a partir de uma foto. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.marianneabreu.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/birdwire.jpg"><img style="border: 0px initial initial;" title="birdwire" src="http://www.marianneabreu.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/birdwire.jpg" alt="birdwire" width="460" height="280" /></a></p>
<p><a href="http://www.marianneabreu.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/birdwire.jpg"></a>Em novembro, estive no TEDxSP e presenciei apresentações incríveis. Haviam ali, pessoas de áreas variadas falando e defendendo ideias que acreditam. Falavam com tanta sinceridade e amor ao que faziam, que emocionava todos que assistiam.</p>
<p>Uma das apresentações que mais me emocionou foi a de Jarbas Agneli que criou uma música a partir de uma foto. Simplesmente fantástico! Quanto a isso, não tenho muito o que dizer, assista e você vai entender:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="460" height="259" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=7817452&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=ff000d&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="460" height="259" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=7817452&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=ff000d&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>O interessante desse vídeo é observar o quanto as cenas comuns, que vemos diariamente, podem ser transformadas em algo maior. Ter sensibilidade para perceber esse poder de transformação é inspirador. &#8220;Birds on Wire&#8221;, para mim, é a tradução dessa sensibilidade.</p>
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		<title>Época de Neonomadismo</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 04:07:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marianne</dc:creator>
				<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[interfaces]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[neonomadismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Certo dia, procurei uma operadora de telefonia:
- Olá, quero um celular.
- Pois não, senhora. Sua identidade e o comprovante de residência fixa por favor.
- Comprovante de residência fixa? Tenho não, senhor&#8230;
Foi aí que tudo começou&#8230;
Pense bem: Não é contraditório, em tempos de vida mobile, uma operadora de celular exigir um comprovante de residência fixa só [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Certo dia, procurei uma operadora de telefonia:<br />
- Olá, quero um celular.<br />
- Pois não, senhora. Sua identidade e o comprovante de residência fixa por favor.<br />
- Comprovante de residência fixa? Tenho não, senhor&#8230;<br />
Foi aí que tudo começou&#8230;</p></blockquote>
<p>Pense bem: Não é contraditório, em tempos de vida mobile, uma operadora de celular exigir um comprovante de residência fixa só para vender um celular &#8220;móvel&#8221;? Em tempos com tanta gente andarilha, gente buscando a quebra de fronteiras e até gente &#8220;vendendo&#8221; um mundo &#8220;sem fronteiras&#8221;, ainda me surpreende termos que pagar adicional por uma ligação DDD! Eu demorei para ter um comprovante de residência fixa e um telefone fixo para atender todas as burocracias e, enfim, conseguir comprar o aparelho.</p>
<p>Mas as reflexões daquele dia me levaram muito além. Juntei com alguns estudos aqui e mais umas leituras ali e cheguei a uma definição para esse meu &#8220;estranhismo&#8221; em relação à exigência de algo fixo: é que estamos em época de &#8220;neonomadismo&#8221;. Neo o que? É&#8230; isso mesmo! Neonomadismo, isto é, &#8220;novos nômades&#8221;.</p>
<p><a href="http://www.marianneabreu.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/neonomadismo.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-610" title="neonomadismo" src="http://www.marianneabreu.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/neonomadismo.jpg" alt="neonomadismo" width="460" height="256" /></a></p>
<p>Eu achei que estava diante de um termo inédito, mas o grande achado dessa pesquisa foi um trecho do livro &#8220;A conexão planetária: o mercado, o ciberespaço, a consciência&#8221; de Pierry Lévy:</p>
<blockquote><p>“nós não somos mais sedentários, somos móveis. Não nômades, pois os nômades não tinham nem terras nem cidades. Móveis: passando de uma cidade a outra, de um bairro a outro da megalópole mundial. Vivemos nas cidades ou metrópoles, que se relacionam umas com as outras, que serão (que já são) nossas verdadeiras unidades de vida, bem mais que os “países”. Ou, ainda, vivemos no campo, em casas que são como navios em pleno mar, conectados com todas as redes.”</p></blockquote>
<p>Eu não estava enlouquecendo sozinha. O virtual nos tornou tão onipresentes que a importância de nossa posição física no mundo diminuiu. Não importa onde você está, você está em contato com o mundo.</p>
<p>Viajamos cada vez mais, nos deslocamos cada vez mais. Não fomos feitos para ficar parados em um lugar. Se um dia acharam que a internet e a comunicação ajudaríamos a nos fixar, digo que o que estou vendo é exatamente o contrário: empresas aéreas com um número crescente de vôos, diminuição do custo das tarifas, mais carros e mais coletivos nas ruas.</p>
<p>Se eu tivesse que investir em um dos setores de produção, com certeza, eu investiria na indústria dos transportes e da mobilidade. Acredito que esta será a próxima grande evolução aguardada pela humanidade. </p>
<p>Agora, o que seria trabalhar nesse contexto?  Como eu aplicaria o que eu faço no contexto de pessoas &#8220;móveis&#8221;?</p>
<p>Um pessoal da Universidade de São Paulo criou um grupo de estudos chamado &#8220;<a href="http://www.nomads.usp.br" target="_blank">nomads</a>&#8220;, focado em como aplicar projetos de design e arquitetura ao novo universo nômade: &#8220;<span>O Nomads tem produzido leituras combinatórias sobre a temática da habitação, relacionando-a com diferentes áreas do conhecimento e revisando continuamente os limites de seu estudo. O Nomads entende os lugares da vida quotidiana como espaços de comunicação, mediada ou não por sistemas de transmissão de informação à distância&#8221;.</span></p>
<p>Com tudo isso, acabei convidando um amigo, que estuda interfaces naturais e faz doutorado em Portugal, para escrever um artigo comigo chamado &#8220;Interfaces em época de neonomadismo&#8221;. O resultado foi a publicação do artigo em Curitiba, em setembro deste ano:</p>
<div id="__ss_2695107" style="width: 425px; text-align: left;"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" title="Interfaces em época de Neonomadismo" href="http://www.slideshare.net/marianneabreu/interfaces-em-poca-de-neonomadismo">Interfaces em época de Neonomadismo</a><object style="margin:0px" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=neonomadismoabreumarianne-091210212520-phpapp02&amp;stripped_title=interfaces-em-poca-de-neonomadismo" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed style="margin:0px" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=neonomadismoabreumarianne-091210212520-phpapp02&amp;stripped_title=interfaces-em-poca-de-neonomadismo" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">documents</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/marianneabreu">marianneabreu</a>.</div>
<p>Se você quiser, pode ler o artigo completo baixando o .pdf aqui:</p>
<p><a href="http://www.marianneabreu.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/pdf.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-609" title="pdf" src="http://www.marianneabreu.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/pdf.gif" alt="pdf" width="30" height="36" /></a> <a href="http://www.marianneabreu.com.br/docs/Marianne_Abreu_9USIHC_Neonomadismo.pdf">INTERFACES EM ÉPOCA DE NEONOMADISMO.PDF &#8211; 1.4MB</a></p>
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		<title>As vontades da hipermodernidade&#8230;</title>
		<link>http://www.marianneabreu.com.br/blog/2009/12/12/as-vontades-da-hipermodernidade/</link>
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		<pubDate>Sat, 12 Dec 2009 19:17:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Hipermodernidade]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;&#8230;não há nenhuma necessidade de invocar as regras da lógica, quer para evitar um paralogismo, quer para fazer um raciocíonio correto; o maior lógico do mundo deixa-as completamente de lado quando raciocina realmente&#8221;. (SCHOPENHAUER, o mundo como vontade e representação, livro i, )

Esses dias, não apenas inspirada pelas aulas de filosofia antiga, mas muito mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>&#8220;&#8230;não há nenhuma necessidade de invocar as regras da lógica, quer para evitar um paralogismo, quer para fazer um raciocíonio correto; o maior lógico do mundo deixa-as completamente de lado quando raciocina realmente&#8221;. (SCHOPENHAUER, o mundo como vontade e representação, livro i, )</p></blockquote>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-574" title="schopenhauer-nietzsche" src="http://www.marianneabreu.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/schopenhauer-nietzsche.jpg" alt="schopenhauer-nietzsche" width="460" height="301" /></p>
<p>Esses dias, não apenas inspirada pelas aulas de filosofia antiga, mas muito mais inspirada pela busca da minha essência e alívio para as minhas vontades, voltei a ler Sartre e Schopenhauer. Sartre é autor daquela famosa frase &#8220;O inferno são os outros&#8221;, em que ele não, exatamente, condena a existência dos &#8220;outros&#8221;, mas diz que, embora os &#8220;outros&#8221; o atrapalhe no alcance de seus projetos, são eles que dão motivo à continuidade deles. Enquanto isso, Schopenhauer disserta sobre a &#8220;vontade&#8221; em sua obra mais famosa &#8220;O mundo como vontade e representação&#8221;. Ele coloca a vontade como um mal, a &#8220;causa de todo sofrimento, cadeia perpétua de aspirações sem fim, o que provoca a dor de permanecer algo que jamais consegue completar-se&#8221;.</p>
<p>Buscamos, nos dedicamos e queremos. Quando nossa vontade é quebrada e um projeto fracassado, sofremos. Somos um emaranhado de pessoas com vontades e projetos diferentes, e saciar todas essas vontades no mesmo universo de forma bem sucedida é impossível. Esse é o &#8220;outro&#8221; de Sartre que chega para impedir sua vontade. Essa variável e insaciabilidade da vontade que nos leva da euforia à quimera seria a força mais fundamental da natureza que se manifesta no homem e em todo o universo, segundo Schopenhauer.</p>
<p>Lendo sobre &#8220;O mundo como vontade e representação&#8221; (uma obra de 4 livros publicada em 1819) lembrei do filosófo francês Gilles Lipovetsky que, e em 1983, lançou a primeira edição de seu livro &#8220;L&#8217;ère du vide : Essais sur l&#8217;individualisme contemporain&#8221;,  traduzido no Brasil como &#8220;A  era do Vazio, Ensaios Sobre o Individualismo Contemporâneo&#8221;.<br />
Lipovetsky é o grande teórico da &#8220;hipermodernidade&#8221;, termo cunhado por ele para falar do ritmo frenético e ansioso que a sociedade vive atualmente. Fazendo um paralelo com Schopenhauer, hipermodernidade seria a exacerbação das vontades, a cultura do excesso, do sempre mais e do ápice da  insaciabilidade. Para ele, houve uma hiperativação da modernidade, ou seja, não há pós-modernidade e sim, hipermodernidade: &#8220;o homem da sociedade hipermoderna é um hiperindividualista. Esse é o conceito. Mas o que significa hiperindividualismo? Que ele é mais responsável pela sua própria existência. (&#8230;) Ele sofre mais pressões do tempo, ora no trabalho, ora na vida privada. Isso faz com que o século 21 que se anuncia seja um século de novos conflitos, não tanto de lutas de classe, mas de conflitos internos, dentro desse homem.&#8221; diz Lipovetsky.</p>
<p>Mas se, por um lado, existe a definição pessimista de vontade feita por Schopenhauer, numa visão de que a vida não possui sentido racional e que vivemos condicionados pelas expressões da vontade instintiva e cósmica, também existe a definição de Nietzsche. Para Nietzsche, vontade é uma força positiva que incentiva e motiva o homem a enfrentar obstáculos e vencer desafios, uma forma de transcendência do ser humano:</p>
<blockquote><p>“E sabeis&#8230; o que é pra mim o mundo”?&#8230; Este mundo: uma monstruosidade de força, sem princípio, sem fim, uma firme, brônzea grandeza de força&#8230; uma economia sem despesas e perdas, mas também sem acréscimos, ou rendimento,&#8230; mas antes como força ao mesmo tempo um e múltiplo,&#8230; eternamente mudando, eternamente recorrentes&#8230; partindo do mais simples ao mais múltiplo, do quieto, mais rígido, mais frio, ao mais ardente, mais selvagem, mais contraditório consigo mesmo, e depois outra vez&#8230; esse meu mundo dionisíaco do eternamente-criar-a-si-próprio, do eternamente-destruir-a-si-próprio, sem alvo, sem vontade&#8230; Esse mundo é a vontade de potência — e nada além disso! E também vós próprios sois essa vontade de potência — e nada além disso!”</p></blockquote>
<p>Um dia fracassamos e outro dia vencemos.<br />
Boa ou má, é a vontade que nos permite continuar.</p>
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		<title>Uma galáxia de amigos</title>
		<link>http://www.marianneabreu.com.br/blog/2009/06/16/499-autosave/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 14:44:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marianne</dc:creator>
				<category><![CDATA[ETC E TAL]]></category>

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		<description><![CDATA[Houve um tempo em que as pessoas não sabiam como poderiam estar ligadas umas às outras. Então, alguns cientistas inventaram a &#8220;teoria dos seis graus de separação&#8220;. Segundo essa teoria, são necessários, no máximo, seis laços de amizade para que duas pessoas quaisquer estejam conectadas. Para comprovar a teoria, os cientistas usaram um meio antigo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Houve um tempo em que as pessoas não sabiam como poderiam estar ligadas umas às outras. Então, alguns cientistas inventaram a &#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Seis_graus_de_separa%C3%A7%C3%A3o" target="_blank">teoria dos seis graus de separação</a>&#8220;. Segundo essa teoria, são necessários, no máximo, seis laços de amizade para que duas pessoas quaisquer estejam conectadas. Para comprovar a teoria, os cientistas usaram um meio antigo de correspondência: a carta.</p>
<p>Primeiro, escolheram uma pessoa-alvo, e enviaram cartas para pessoas aleatórias com o nome da pessoa-alvo escrito. As pessoas que recebiam a carta, deveriam reenviá-la para a pessoa-alvo, caso a conhecesse, ou para qualquer um dos seus contatos que teriam mais chance de conhecer a pessoa-alvo.</p>
<p>Com isso, as pessoas foram documentando seus contatos e mostrando aos cientistas como elas poderiam estar ligadas à pessoa-alvo. Nos tempos atuais, essa teoria seria facilmente demonstrada pelos sistemas de redes sociais que hoje já atingiram uma grande popularidade. Exemplo disso é o orkut. No início, somente pessoas convidadas poderiam entrar do sistema. Então, os amigos chamavam os amigos, que chamavam os amigos e assim foi. Em pouco tempo, o criador do Orkut, lá na Califórnia, já estava conectado com milhares de pessoas aqui no Brasil. Não é incrível?</p>
<p>Outro exemplo muito interessante é o famoso &#8220;<a href="http://www.oracleofbacon.org" target="_blank">Oracle of Bacon</a>&#8220;, jogo baseado nessa teoria. Com seu vasto banco de dados é possível descobrir como dois atores estão relacionados e conectados por suas participações em filmes.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-507" title="socialnetwork09" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2009/06/socialnetwork09.jpg" alt="" width="460" height="279" /></p>
<p>Agora, se é bonito na teoria, imagina graficamente?</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-498" title="socialnetwork03" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2009/06/socialnetwork03.jpg" alt="" width="460" height="393" /><br />
Gráficos gerados de redes sociais mostram como estamos conectados umas às outras. Assim, alguns sistemas foram programados para capturar dados dessas redes e apresentá-los de forma gráfica.</p>
<p>O próprio site do <a href="http://abc.go.com/primetime/lost/index?pn=connection" target="_blank">seriado &#8220;Lost&#8221;</a> e da <a href="http://redeglobo.globo.com/Tv_globo/Noticias/0,,MUL1181016-16162,00-LIGOGRAMA+CONHECA+AS+LIGACOES+DOS+PERSONAGENS+DE+A+GRANDE+FAMILIA.html" target="_blank">TV Globo</a> produziram gráficos para mostrar como os personagens de suas tramas estão interligados.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-500" title="socialnetwork04" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2009/06/socialnetwork04.jpg" alt="" width="460" height="352" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-510" title="socialnetwork10" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2009/06/socialnetwork10.jpg" alt="" width="462" height="294" /></p>
<p>E abaixo, está um gráfico construído pela <a href="http://www.neuroproductions.be/twitter_friends_network_browser/" target="_blank">Neuro Productions</a> que interliga os amigos do twitter.<img class="alignnone size-full wp-image-501" title="socialnetwork06" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2009/06/socialnetwork06.jpg" alt="" width="460" height="262" /></p>
<p style="text-align: left;">Visualmente, o gráfico mais interessante que encontrei foi o <a href="http://nexus.ludios.net" target="_blank">Nexus</a>, que captura dados do facebook. Até parece um céu estrelado! É como se ele criasse uma galáxia, onde cada estrela representa um amigo e cada amontoado de estrelas, ou melhor, de amigos, representa uma constelação. Ao final, vc tem vários grupos de amigos reunidos em sua &#8220;galáxia social&#8221;. Viajei? Talvez não. Veja essa imagem, e diga-me se não parece um céu estrelado:</p>
<p><a href="http://www.marianneabreu.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/06/socialnetwork02.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-583" title="socialnetwork02" src="http://www.marianneabreu.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/06/socialnetwork02.jpg" alt="socialnetwork02" width="460" height="259" /></a><br />
Eu passei horas observando meu gráfico e como as pessoas estão interligadas nele. Então, comecei a achar as redes sociais ainda mais incrivéis, apesar da naturalidade com que elas se formam.<br />
Imagine o banco de dados de relações entre amigos que possuímos hoje. Imaginou? Antigamente, jamais poderíamos ter uma visão tão clara de como as pessoas que fazem parte da nossa vida estão relacionadas.</p>
<p>Veja como ficou a análise do meu gráfico:</p>
<p><a href="http://www.marianneabreu.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/06/socialnetwork01.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-584" title="socialnetwork01" src="http://www.marianneabreu.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/06/socialnetwork01.jpg" alt="socialnetwork01" width="460" height="534" /></a></p>
<p>Alguns contatos ficaram de fora dos círculos de amizade, mas isso se deve a limitação do banco de dados do Facebook, uma vez que nem todos possuem essa ferramenta e nem todos estão conectados por ela.</p>
<p>De qualquer forma, isso justifica como, mesmo entre mais de 6 bilhões de pessoas, ainda dizem: &#8220;Moramos em um ovo&#8221;.</p>
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		<title>Os cachorros da teoria memética</title>
		<link>http://www.marianneabreu.com.br/blog/2009/05/20/teoria-memetica/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2009 04:34:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marianne</dc:creator>
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		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>
		<category><![CDATA[web2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[
Em um tempo não tão distante Diana Domingues escreveu:
&#8220;Nos espaços de dados, as informações se contaminam em unidades de memória ou &#8220;memes&#8220;, genes informacionais que se contaminam e modificam seu comportamento nos computadores e redes. (&#8230;) conforme as ideias de Richard Dawkins (1996), que trata de DNAs culturais por &#8220;memes&#8221; informacionais, em unidades de memória [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-479" title="meme1" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2009/05/meme1.jpg" alt="" width="460" height="241" /></p>
<p>Em um tempo não tão distante Diana Domingues escreveu:</p>
<p>&#8220;Nos espaços de dados, as informações se contaminam em unidades de memória ou &#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Meme" target="_blank">memes</a>&#8220;, genes informacionais que se contaminam e modificam seu comportamento nos computadores e redes. (&#8230;) conforme as ideias de <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Richard_Dawkins" target="_blank">Richard Dawkins</a> (1996)</strong>, que trata de DNAs culturais por &#8220;memes&#8221; informacionais, em unidades de memória que se modificam em memórias de banco de dados computacionais. A &#8220;teoria das memes&#8221; se define como um DNA cultural, análogo de certa forma à &#8220;teoria dos genes&#8221;. (&#8230;)<br />
A presença das tecnologias computacionais e das redes modifica nossa leitura da sociedade e dos processos intercomunicacionais que nela estão se verificando pelo diálogo com os bancos de dados e redes. Os genes de ordem da informação genética ou as &#8220;memes&#8221; em processos meméticos estão se movendo em outras colônias através de circuitos à base de silício. São ideias que se movimentam em réplicas que modificam a informação primeira num processo viral. As &#8220;memes&#8221; são disseminadas através da revolução digital e determinam a presença de padrões comportamentais cognitivos que se propagam e se replicam através da comunicação. No que se refere à &#8220;Memesis&#8221;, afirma-se que assim como o corpo biológico incorpora mutações pela presença de corpos mecânicos, agora existe um outro corpo informacional que modifica nossa concepção individual de corpo. A humanidade está se externalizando em computadores e redes. Pela world wide web, máquinas conversam com máquinas e, na rede, memórias de máquinas proporcionam experiências coletivas antes não experimentadas.</p>
<blockquote><p>(DOMINGUES, DIANA. &#8220;Criação e interatividade na ciberarte&#8221;. Pag 48-49. São Paulo. 2002.)</p></blockquote>
<p><strong>Ufa! Será que agora deu para entender o que é um meme?</strong></p>
<p>Não? Então, eu explico de novo! Um &#8220;meme&#8221; é uma unidade informacional, cunhada por Richard Dawkin para designar aquela informação facilmente entendida e transmitida, preferencialmente, numa rede de pontos interconectados. Melhorou? Bom, Baseando-se nessa representação de meme, posso dizer o Yahoo foi muito feliz na escolha do nome de seu mais novo produto.</p>
<p>Em abril, mês passado, o Yahoo disponibilizou para teste uma ferramenta muito similar ao twitter, chamada &#8220;Yahoo meme&#8221;. Uma rede social em formato de microblogging que permite o compartilhamento de &#8220;memes&#8221;, ou seja, informações sintéticas em forma de texto, foto ou vídeo. Mas a ferramenta só foi disponibilizada para alguns usuários. Esses, por sua vez, tinham o direito de convidar 3 amigos (como no início do orkut, lembra?). O surgimento da ferramenta, baseado no marketing da exclusividade, gerou um burburinho entre aqueles que tiveram a oportunidade de criar um login. Para alguns, o Meme é apenas uma cópia bonita e sem futuro do twitter; para outros, uma promessa de algo que vai &#8220;bombar&#8221;. Sendo ou não, a verdade é que o meme tem um visual bonito, um texto divertido de diálogo com o usuário  e está aberto a sugestões de melhorias da turma q está testando a ferramenta. Além disso, o Yahoo Meme utiliza o carisma canino, através desenhos fofos de cachorros, como tema de seu layout e da comunicação com o usuário. Au, au!</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-537" title="meme2" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2009/07/meme21.jpg" alt="meme2" width="460" height="800" /></p>
<p>Se você já tem uma conta no meme, me adiciona lá: <a href="http://meme.yahoo.com/marianneabreu">http://meme.yahoo.com/marianneabreu</a></p>
<p>Com tantas redes sociais para &#8220;abastecer&#8221;, não garanto que meu espaço no meme estará sempre atualizado, mas, sim, vale uma visita.</p>
<p>Ah, e claro, quem me convidou pro Meme foi o @vtheodoro! Uma gentileza depois dele ter escondido meus ingressos do Oasis! <img src='http://www.marianneabreu.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>FILE09 &#8211; Festival Internacional de Linguagem Eletrônica</title>
		<link>http://www.marianneabreu.com.br/blog/2009/04/25/file09-festival-internacional-de-linguagem-eletronica/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 22:39:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marianne</dc:creator>
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Alguns dias depois de ter visitado o MAM, fui ao FILE (Festival internacional de linguagem eletrônica) no Oi Futuro do Flamengo. Acho fantástico quando os artistas aproveitam novas tecnologias para fazer arte e criam uma obra com ar vanguardista. Entretanto, tenho me decepcionado um pouco. A interatividade em exposições de arte não tem funcionado tão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-463" title="FILE09" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2009/04/file01.jpg" alt="" width="460" height="330" /></p>
<p>Alguns dias depois de ter visitado o MAM, fui ao <a href="http://www.file.org.br/" target="_blank">FILE</a> (Festival internacional de linguagem eletrônica) no <a href="http://www.oifuturo.org.br" target="_blank">Oi Futuro</a> do Flamengo. Acho fantástico quando os artistas aproveitam novas tecnologias para fazer arte e criam uma obra com ar vanguardista. Entretanto, tenho me decepcionado um pouco. A interatividade em exposições de arte não tem funcionado tão bem como parece. Em exposições como essas, o observador deixa de ser passivo e passa a ser um personagem ativo daquela obra. Assim, a experiência não é a mesma se você não participar da interação. O problema é quando a obra atribui um tipo de experiência individual. Então, imagina uma exposição com fila para ver cada obra. Haja paciência! Haviam várias obras assim no FILE 09 e era necessário esperar sua vez para &#8220;testar&#8221; o experimento. Tive que passar reto diante de algumas obras, porque as crianças haviam tomado de conta.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/nothinglefttoadjust/3251703240/"><img class="alignnone size-full wp-image-448" title="Daan Brinkmann" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2009/04/arte04.jpg" alt="" width="460" height="330" /></a></p>
<p>De qualquer forma, três das obras que estavam no FILE, chamaram muita a minha atenção:</p>
<p>A primeira é o <a href="http://www.neural.it/art/2008/02/skinstrumen_how_to_generate_so.phtml" target="_blank">skinstrument</a>, <strong>instrumento musical em formato de esfera prateado</strong> que toca sons variados dependendo de como você o toca. A esfera capta o calor e o tato humano e transforma em música! A imagem a cima mostra um homem &#8220;tocando&#8221; o skinstrument.</p>
<p>A segunda é um telão que funciona como um <strong>espelho que troca os rostos de quem o </strong><strong>olha</strong>. As pessoas que paravam para observar, percebiam que seus rostos haviam sido trocados com o das pessoas do lado. Isso gerou boas gargalhadas.</p>
<p>A terceira obra é a que eu achei mais divertida: o &#8220;Presence&#8221; projeta imagens que reagem ao movimento e ao toque na tela. Por exemplo, as bolas projetadas estouram e amassam ao serem tocadas. É divertido quando várias pessoas brincam tentando estourar e movimentar &#8220;bolas de sabão&#8221; virtuais. Veja:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/RigNTH7RB3s&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/RigNTH7RB3s&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/aPXVLy1wJiM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/aPXVLy1wJiM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Arte feita de ketchup e tecnologia</title>
		<link>http://www.marianneabreu.com.br/blog/2009/04/25/arte-feira-de-ketchup-e-tecnologia/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 22:19:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marianne</dc:creator>
				<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>

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&#8220;Voce só é novo uma vez, mas isso pode durar uma vida inteira.&#8221; (Vik Muniz)
Naquele dia cheguei ao MAM (Museu de Arte Moderna) do Rio de Janeiro. Subi as escadas e me deparei com um quadro aparentemente expressionista na parede. Então, a pintura se movimentou. E ela ia para um lado e para o outro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<form id="fave_form" style="visibility: hidden;" method="post">
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<p><!-- PHOTO CONTENT: DESCRIPTION, NOTES, COMMENTS --></p>
<blockquote><p>&#8220;Voce só é novo uma vez, mas isso pode durar uma vida inteira.&#8221; (Vik Muniz)</p></blockquote>
<p>Naquele dia cheguei ao <a href="http://www.mamrio.com.br/" target="_blank">MAM</a> (Museu de Arte Moderna) do Rio de Janeiro. Subi as escadas e me deparei com um quadro aparentemente expressionista na parede. Então, a pintura se movimentou. E ela ia para um lado e para o outro de forma hipnotizante, como se estivesse viva e quisesse escolher seu caminho. Do outro lado, imagens eram projetadas nas paredes em movimento, e no canto logo ali, letras de de código de DNA caiam em um grande tubo de acrílico. Não é delírio. A arte eletrônica e interativa chegou aos grandes museus de arte.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-444" title="Osmo Rahaula" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2009/04/arte00.jpg" alt="" width="460" height="161" /></p>
<p>A exposição de <a href="http://www.osmorauhala.net/">Osmo Rauhala</a> no MAM me fez perceber o quanto a arte tem invadido o espaço tecnológico para apresentar conceitos de &#8220;não-função&#8221;, ou seja, tecnologia só pra ver.</p>
<p>A arte de Rauhala estava lá, mas foi <a href="http://www.vikmuniz.net/" target="_blank">Vik Muniz</a>, com sua exposição no salão maior, que chamou mais atenção. Sua arte parte do aproveitamento de materiais que ignoramos, como o lixo e a sucata. Com esse tipo de material ele faz a releitura de obras de artistas famosos, como, por exemplo, a monalisa feita de ketchup. Vik segue a filosofia de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Andy_Warhol">Andy Warhol</a>: &#8220;<strong>a cópia de uma cópia é sempre um original</strong>&#8221; e com isso, brinca de recriar até a própria arte. Vik é brasileiro, nasceu em São Paulo e depois mudou para Nova York, onde consagrou sua carreira como artista contemporâneo.</p>
<p>A onda de sustentabilidade, reciclagem e aproveitamento de materiais, assim como, as novas tecnologias, tornaram-se meios novos de se fazer arte. <strong>Os artistas abraçaram aquilo que nossa sociedade tem dado mais atenção e levaram para as paredes das grandes salas de exposição</strong>.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-445" title="Vik Muniz" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2009/04/arte01.jpg" alt="" width="460" height="328" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-446" title="Vik Muniz" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2009/04/arte02.jpg" alt="" width="460" height="361" /></p>
<p>Abaixo, Vik Muniz representa o mundo usando sucata de computador, monitores, CPUs, teclados, placas de vídeo, placas mães etc:</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-447" title="Vik Muniz" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2009/04/arte03.jpg" alt="" width="460" height="222" /></p>
<p>Veja o vídeo da equipe de Muniz recriando uma pintura de Caravaggio:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/7TscXP1FuQA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/7TscXP1FuQA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<item>
		<title>Economia movida à ideias</title>
		<link>http://www.marianneabreu.com.br/blog/2009/03/24/o-homo-economicus/</link>
		<comments>http://www.marianneabreu.com.br/blog/2009/03/24/o-homo-economicus/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 03:43:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marianne</dc:creator>
				<category><![CDATA[ETC E TAL]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>

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		<description><![CDATA[
Ideia não nasce em árvore.
Era de se esperar que depois de um tempo, depois do ápice da crise, chegássemos a uma reflexão sobre as ideias do &#8220;Homo Economicus&#8220;:
- Vou lhe contar a história. Gostaria de ouví-la?
- Ahn&#8230;
- Há muitos anos este era um planeta próspero e feliz. Havia pessoas, cidades, lojas, era um mundo normal. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-403" title="sapatos" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2009/03/sapatos.jpg" alt="" width="450" height="337" /><br />
Ideia não nasce em árvore.</p>
<p>Era de se esperar que depois de um tempo, depois do ápice da crise, chegássemos a uma reflexão sobre as ideias do &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Homo_economicus" target="_blank">Homo Economicus</a>&#8220;:</p>
<blockquote><p>- Vou lhe contar a história. Gostaria de ouví-la?</p>
<p>- Ahn&#8230;</p>
<p>- Há muitos anos este era um planeta próspero e feliz. Havia pessoas, cidades, lojas, era um mundo normal. Exceto pelo fato de que nas ruas dessas cidades havia um número de sapatarias um pouco maior do que poderíamos considerar necessário. E lentamente, insidiosamente, o número dessas sapatarias foi aumentando. É um fenômeno econômico bastante conhecido, mas trágico quando você vê a coisa toda acontecendo. Quanto mais sapatarias havia, mais sapatos precisavam ser fabricados, e os sapatos iam ficando piores e menos duradouros. E quanto piores ficavam, mais as pessoas tinham que comprar sapatos para se manterem calçadas, e mais as sapatarias se expandiam, até que toda a economia do planeta passou por algo que, se não me engano, foi chamado de Horizonte dos Eventos dos Sapatos &#8211; um ponto a partir do qual, economicamente, não era mais possível construir nada a não ser sapatarias. O resultado disso foi um colapso econômico e social, a ruína e a fome. A maioria da população pereceu. Os poucos que tinham um tipo específico de instabilidade genética sofreram mutações e viraram pássaros que amaldiçoaram seus pés, almaldiçoaram o chão e juraram que ninguém mais andaria aqui. Muito infeliz, isso tudo&#8230;</p></blockquote>
<p>Então os habitantes daquele planeta viraram pássaros e nunca mais precisaram de sapatos. Assim contou <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Douglas_Adams">Douglas Adams</a> em um trecho de sua obra de ficção &#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Restaurant_at_the_End_of_the_Universe">O Restaurante no Fim do Universo</a>&#8220;. Mas será que ainda temos sapatos suficientes para calçar todo mundo?</p>
<p>Uma amiga, ao chegar na loja da Apple de NY para consertar seu iPod, foi surpreendida quando o próprio vendedor informou que os produtos são feitos para durarem apenas até o próximo lançamento: &#8220;<strong>You know?</strong>&#8221; &#8211; disse ele baixinho &#8220;<strong>Our products are manufactured to have a short time of life, you know?</strong>&#8221; &#8211; Sim, reparamos.</p>
<p>Com o tempo de vida dos produtos reduzido, temos produzido mais, consumido mais, desejado mais, criado mais, inventado mais, apostado mais, trabalhado mais e.. ai&#8230; cansado mais!</p>
<p>&#8220;Há algumas décadas, ainda não podíamos compreender tão claramente os mecanismos de produção da riqueza. A diferença entre a situação que prevalecia em meados do século XX e no início do século XXI é essencialmente de <strong>velocidade</strong>. Tudo se acelerou. (&#8230;) <strong>Entre a descoberta da ideia e sua colocação no mercado, o tempo encurtou de uma maneira impressionante.</strong>&#8221; &#8211; escreveu <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pierre_L%C3%A9vy" target="_blank">Pierre Lévy</a> em seu livro &#8220;A conexão planetária&#8221;.</p>
<p>Então queremos mais e mais, e queremos de qualquer forma, nem que tenhamos que pedir dinheiro emprestado. E se por um lado existe o desejo do consumidor, por outro existe o incentivo do mercado. Quando o consumo cai, o mercado incentiva o crédito. Foi nessa onda que muitos americanos pagaram a crédito e levaram os EUA a uma crise no setor imobiliário.<br />
Crédito é a prova máxima da virtualidade do dinheiro. Assim, esse mundo de ficção em confronto com a realidade levou o mundo ao colapso. Para entender melhor, esse video ilustra bem:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="225" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=3261363&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="225" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=3261363&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
<a href="http://vimeo.com/3261363">The Crisis of Credit Visualized</a> from <a href="http://vimeo.com/jonathanjarvis">Jonathan Jarvis</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p>A crise econômica, em meio a uma mudança cultural na sociedade de consumo num mundo cada vez mais interconectado, marcou o &#8220;crack&#8221; de 2008. A economia se tornou centro das atenções e principal notícia nos canais de comunicação. Mas o que muitos não notaram foi a mudança crucial pela qual a economia está passando. Estamos em uma época em que os interesses dos consumidores parecem mais virtuais do que palpáveis. É como se os sapatos de Douglas Adams estivessem virando &#8220;ideias&#8221; no nosso mundo atual. A economia se torna a ciência da troca de informação e de conhecimento em uma busca desenfreada por novas ideias.</p>
<p>&#8220;Escandalizamo-nos com a bolha financeira, que se infla apenas com a especulação, que não corresponde a nenhum &#8216;valor real&#8217;. A que gostaríamos que correspondessem todos esse &#8216;dólares virtuais&#8217; ?&#8221; &#8211; pergunta Lévy. Eu responderia: &#8220;conhecimento&#8221;. Conhecimento e sabedoria suficiente para sabermos lidar com nossas ideias, porque, afinal, elas não nascem em árvore.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pensando no futuro&#8230;</title>
		<link>http://www.marianneabreu.com.br/blog/2009/03/05/pensando-no-futuro/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 04:59:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marianne</dc:creator>
				<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[interatividade]]></category>
		<category><![CDATA[interface natural]]></category>
		<category><![CDATA[microsoft]]></category>

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		<description><![CDATA[Fevereiro passou e eu nem vi. Viagens, mudanças, freelas, carnaval e já estamos em março. E em fevereiro os dias caem pela metade. Com isso, acabei deixando esse blog de lado. Mas, tudo bem, era carnaval! O tempo passou tão rápido. O futuro chegou ligeiro. E, por falar em futuro&#8230;
Março começou com videozinhos pra lá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Fevereiro passou e eu nem vi. Viagens, mudanças, freelas, carnaval e já estamos em março. E em fevereiro os dias caem pela metade. Com isso, acabei deixando esse blog de lado. Mas, tudo bem, era carnaval! O tempo passou tão rápido. O futuro chegou ligeiro. E, por falar em futuro&#8230;</p></blockquote>
<p>Março começou com videozinhos pra lá de futuristas rolando na internet, coisa que eu adoro. Primeiro, foi o &#8220;world builder&#8221;, um curta criado por Bruce Branit que levou 2 anos de pós-produção para simular a criação de um mundo fantástico através da holografia.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="225" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=3365942&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="225" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=3365942&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
<a href="http://vimeo.com/3365942">World Builder</a> from <a href="http://vimeo.com/user1349603">Bruce Branit</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p>O outro foi o vídeo da microsoft, fictício também, porém mais provável. Muito do que é visto nesse vídeo da microsoft já existe hoje, outras coisas ainda estão em fase de pesquisa. Outras ainda, já até postei nesse blog. Pra mim, um futuro próximo que confirma os estudos e teorias de Mark Weiser sobre a <a href="http://blog.seatecnologia.com.br/2009/01/15/projeto-super-maquina" target="_blank">computação ubíqua</a> (Ubiquitous Computing) publicado em 1991 em seu artigo &#8220;The Computer for the 21st Century&#8221;.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="220" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=3467839&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="220" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=3467839&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
<a href="http://vimeo.com/3467839">Microsoft Office Labs view 2019 (full)</a> from <a href="http://vimeo.com/antares500">antares500</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mark_Weiser" target="_blank">Mark Weiser</a> acredita que o computador se tornará &#8220;invisível&#8221;, mas não invisível de forma que não possamos enxergar, mas invisível de forma que sua presença será ignorada. Isto é, interfaces naturais que permitem o uso de forma harmoniosa com o corpo humano fará com que as pessoas nem percebam que estão comandando um computador.<br />
Esqueça aquela história de se sentar na frente de uma caixa cheia de fios ligada a um dispositivo com botões e letras, obrigando-o a sentar de maneira desconfortável.</p>
<p>Ubiquidade, interfaces naturais e adaptativas são a cara do futuro. Invisibilidade! Deixaremos de notar, assim como hoje fazemos com a escrita e com o motor. A escrita e o motor são tecnologias antigas que, hoje, estão em todos os lugares. Mas nem lembramos quando realmente estamos usando a nosso favor. Isso acontece porque essas tecnologias foram adaptadas ao nosso modo de vida e necessidades e não o contrário.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-383" title="evolucao" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2009/03/evolucao.jpg" alt="" width="450" height="154" /></p>
<p>Lembro que certa vez recebi um e-mail com o desenho do &#8220;homem do futuro&#8221;. Ele tinha longos braços para <del>teclar</del> usar o teclado, o mouse e demais dispositivos do computador, tinha também pernas atrofiadas por se manter muito tempo sentado e uma cabeça grande por usar o cérebro em demasia. Surreal!<br />
Isso seria se render à tecnologia atual e obrigar o homem a se adaptar a ela. &#8220;Visões antropocêntricas são bem mais valiosas que as tecnocêntricas&#8221;. Fecho este post com o mesmo discurso que apresentei ao CMO da empresa que eu trabalhava em 2004.</p>
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		<title>Web 2.0: O Rafinha é meu amigo.</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jan 2009 04:29:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marianne</dc:creator>
				<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>

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Em 2007, eu trabalhava na TV1. Na época, a empresa produziu um vídeo que resume boa parte do que tenho estudado e pesquisado. O vídeo fala sobre o Rafinha. Foi aí que descobri que todas as minhas pesquisas sociológicas e antropológicas serviam para explicar a vida e costumes do Rafinha. Coincidentemente, naquele mesmo ano, publiquei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-353" title="rafinha" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2009/01/rafinha.jpg" alt="" width="450" height="300" /></p>
<p>Em 2007, eu trabalhava na TV1. Na época, a empresa produziu um vídeo que resume boa parte do que tenho estudado e pesquisado. O vídeo fala sobre o Rafinha. Foi aí que descobri que todas as minhas pesquisas sociológicas e antropológicas serviam para explicar a vida e costumes do Rafinha. Coincidentemente, naquele mesmo ano, publiquei um artigo falando sobre como essa revolução tecnológica e comunicacional tem influenciado a sociedade, ou, poderia dizer, o Rafinha.</p>
<p>Acho esse vídeo fantástico! Com certeza, uma ótima referência para qualquer pessoa que trabalha com internet. Já vai fazer 2 anos que ele foi publicado, mas ainda é atual. Assista:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/JMRF_ZXms9E&amp;hl=en&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/JMRF_ZXms9E&amp;hl=en&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Vivemos hoje em um mundo estranho. Estranho porque quebrou uma série de conceitos de mundo que aprendemos com os nossos pais, desde criança. Hoje, mantenho um diário aberto em que falo o que acontece na minha vida para, literalmente, todo mundo (o twitter), mantenho várias redes sociais e me comunico, basicamente, pelo messenger.</p>
<p>O parabéns de aniversário chega por scrap, o convite de balada chega por MSN, as notícias sobre os amigos q moram longe chegam por twitter. Recebo e-mails da minha prima de 7 anos e scraps da minha tia-avó de 65 anos, converso com meus pais pelo Skype&#8230;</p>
<p>E enquanto, muitos defendiam que isso nos tornaria mais distantes das pessoas, digo o contrário, sinto-me mais próxima delas. Nerd ou geek, eu? Não, sou uma pessoa normal. Gosto de contato físico, gosto de me comunicar, gosto de balada e ando de bicicleta. Sim, sou amiga do Rafinha e o Rafinha é meu amigo.</p>
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