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	<title>Ideas in Blog &#187; arte</title>
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		<title>FILE09 &#8211; Festival Internacional de Linguagem Eletrônica</title>
		<link>http://www.marianneabreu.com.br/blog/2009/04/25/file09-festival-internacional-de-linguagem-eletronica/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 22:39:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marianne</dc:creator>
				<category><![CDATA[arte]]></category>
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		<description><![CDATA[Alguns dias depois de ter visitado o MAM, fui ao FILE (Festival internacional de linguagem eletrônica) no Oi Futuro do Flamengo. Acho fantástico quando os artistas aproveitam novas tecnologias para fazer arte e criam uma obra com ar vanguardista. Entretanto, tenho me decepcionado um pouco. A interatividade em exposições de arte não tem funcionado tão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-463" title="FILE09" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2009/04/file01.jpg" alt="" width="460" height="330" /></p>
<p>Alguns dias depois de ter visitado o MAM, fui ao <a href="http://www.file.org.br/" target="_blank">FILE</a> (Festival internacional de linguagem eletrônica) no <a href="http://www.oifuturo.org.br" target="_blank">Oi Futuro</a> do Flamengo. Acho fantástico quando os artistas aproveitam novas tecnologias para fazer arte e criam uma obra com ar vanguardista. Entretanto, tenho me decepcionado um pouco. A interatividade em exposições de arte não tem funcionado tão bem como parece. Em exposições como essas, o observador deixa de ser passivo e passa a ser um personagem ativo daquela obra. Assim, a experiência não é a mesma se você não participar da interação. O problema é quando a obra atribui um tipo de experiência individual. Então, imagina uma exposição com fila para ver cada obra. Haja paciência! Haviam várias obras assim no FILE 09 e era necessário esperar sua vez para &#8220;testar&#8221; o experimento. Tive que passar reto diante de algumas obras, porque as crianças haviam tomado de conta.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/nothinglefttoadjust/3251703240/"><img class="alignnone size-full wp-image-448" title="Daan Brinkmann" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2009/04/arte04.jpg" alt="" width="460" height="330" /></a></p>
<p>De qualquer forma, três das obras que estavam no FILE, chamaram muita a minha atenção:</p>
<p>A primeira é o <a href="http://www.neural.it/art/2008/02/skinstrumen_how_to_generate_so.phtml" target="_blank">skinstrument</a>, <strong>instrumento musical em formato de esfera prateado</strong> que toca sons variados dependendo de como você o toca. A esfera capta o calor e o tato humano e transforma em música! A imagem a cima mostra um homem &#8220;tocando&#8221; o skinstrument.</p>
<p>A segunda é um telão que funciona como um <strong>espelho que troca os rostos de quem o </strong><strong>olha</strong>. As pessoas que paravam para observar, percebiam que seus rostos haviam sido trocados com o das pessoas do lado. Isso gerou boas gargalhadas.</p>
<p>A terceira obra é a que eu achei mais divertida: o &#8220;Presence&#8221; projeta imagens que reagem ao movimento e ao toque na tela. Por exemplo, as bolas projetadas estouram e amassam ao serem tocadas. É divertido quando várias pessoas brincam tentando estourar e movimentar &#8220;bolas de sabão&#8221; virtuais. Veja:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/RigNTH7RB3s&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/RigNTH7RB3s&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/aPXVLy1wJiM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/aPXVLy1wJiM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Arte feita de ketchup e tecnologia</title>
		<link>http://www.marianneabreu.com.br/blog/2009/04/25/arte-feira-de-ketchup-e-tecnologia/</link>
		<comments>http://www.marianneabreu.com.br/blog/2009/04/25/arte-feira-de-ketchup-e-tecnologia/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 22:19:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marianne</dc:creator>
				<category><![CDATA[arte]]></category>
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		<category><![CDATA[exposição]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Voce só é novo uma vez, mas isso pode durar uma vida inteira.&#8221; (Vik Muniz) Naquele dia cheguei ao MAM (Museu de Arte Moderna) do Rio de Janeiro. Subi as escadas e me deparei com um quadro aparentemente expressionista na parede. Então, a pintura se movimentou. E ela ia para um lado e para o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<form id="fave_form" style="visibility: hidden;" method="post">
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<p><!-- PHOTO CONTENT: DESCRIPTION, NOTES, COMMENTS --></p>
<blockquote><p>&#8220;Voce só é novo uma vez, mas isso pode durar uma vida inteira.&#8221; (Vik Muniz)</p></blockquote>
<p>Naquele dia cheguei ao <a href="http://www.mamrio.com.br/" target="_blank">MAM</a> (Museu de Arte Moderna) do Rio de Janeiro. Subi as escadas e me deparei com um quadro aparentemente expressionista na parede. Então, a pintura se movimentou. E ela ia para um lado e para o outro de forma hipnotizante, como se estivesse viva e quisesse escolher seu caminho. Do outro lado, imagens eram projetadas nas paredes em movimento, e no canto logo ali, letras de de código de DNA caiam em um grande tubo de acrílico. Não é delírio. A arte eletrônica e interativa chegou aos grandes museus de arte.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-444" title="Osmo Rahaula" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2009/04/arte00.jpg" alt="" width="460" height="161" /></p>
<p>A exposição de <a href="http://www.osmorauhala.net/">Osmo Rauhala</a> no MAM me fez perceber o quanto a arte tem invadido o espaço tecnológico para apresentar conceitos de &#8220;não-função&#8221;, ou seja, tecnologia só pra ver.</p>
<p>A arte de Rauhala estava lá, mas foi <a href="http://www.vikmuniz.net/" target="_blank">Vik Muniz</a>, com sua exposição no salão maior, que chamou mais atenção. Sua arte parte do aproveitamento de materiais que ignoramos, como o lixo e a sucata. Com esse tipo de material ele faz a releitura de obras de artistas famosos, como, por exemplo, a monalisa feita de ketchup. Vik segue a filosofia de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Andy_Warhol">Andy Warhol</a>: &#8220;<strong>a cópia de uma cópia é sempre um original</strong>&#8221; e com isso, brinca de recriar até a própria arte. Vik é brasileiro, nasceu em São Paulo e depois mudou para Nova York, onde consagrou sua carreira como artista contemporâneo.</p>
<p>A onda de sustentabilidade, reciclagem e aproveitamento de materiais, assim como, as novas tecnologias, tornaram-se meios novos de se fazer arte. <strong>Os artistas abraçaram aquilo que nossa sociedade tem dado mais atenção e levaram para as paredes das grandes salas de exposição</strong>.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-445" title="Vik Muniz" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2009/04/arte01.jpg" alt="" width="460" height="328" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-446" title="Vik Muniz" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2009/04/arte02.jpg" alt="" width="460" height="361" /></p>
<p>Abaixo, Vik Muniz representa o mundo usando sucata de computador, monitores, CPUs, teclados, placas de vídeo, placas mães etc:</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-447" title="Vik Muniz" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2009/04/arte03.jpg" alt="" width="460" height="222" /></p>
<p>Veja o vídeo da equipe de Muniz recriando uma pintura de Caravaggio:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/7TscXP1FuQA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/7TscXP1FuQA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>The End. O cinema morreu? Não me conte o final desse filme, Peter.</title>
		<link>http://www.marianneabreu.com.br/blog/2009/01/28/o-cinema-morre-nao-me-conte-o-final-desse-filme-peter/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Jan 2009 03:08:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marianne</dc:creator>
				<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;O cinema morreu&#8221; &#8211; diria Peter Greenaway com total convicção. Em 2008, o multiartista britânico esteve no Brasil para viabilizar a produção de um filme que deverá rodar em São Paulo. Mas não apenas para isso: entre 2002 e 2003, ele produziu um filme chamado Tulse Luper, que tem nada mais, nada menos que sete [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-344" title="greenaway2" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2009/01/greenaway2.jpg" alt="" width="450" height="300" /></p>
<p>&#8220;O cinema morreu&#8221; &#8211; diria Peter Greenaway com total convicção. Em 2008, o multiartista britânico esteve no Brasil para viabilizar a produção de um filme que deverá rodar em São Paulo. Mas não apenas para isso: entre 2002 e 2003,  ele produziu um filme chamado Tulse Luper, que tem nada mais, nada menos que sete horas de duração, e foi desmembrado para fazer um &#8220;Live Cinema&#8221;. O &#8220;Live Cinema&#8221; de Tulse Luper tornou-se uma apresentação em VJing do que é possível fazer com o cinema utilizando as tecnologias de hoje.</p>
<p>Sons externos tocando em tempo real, intervenção artística no cinema, tela touch-screen desenhando sobre as cenas, mixagem e edição ao vivo. Para Greenaway, depois que a televisão com controle remoto surgiu e as pessoas começaram a usar o &#8220;zapping&#8221; (troca-troca de canais) o cinema sacramentou sua morte. Para ele &#8220;não há mais por que juntar um monte de gente numa sala escura&#8221;, afinal, &#8220;já existe tecnologia para envolver o espectador em som e imagem por todos os lados e fazer dele o sujeito da ação&#8221;.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-343" title="greenaway1" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2009/01/greenaway1.jpg" alt="" width="450" height="300" /></p>
<p>A ideia de Peter em relação ao cinema é bem interessante e se adequa à realidade que temos vivido atualmente, quando as pessoas buscam cada vez mais mídias com as quais possam interagir. Entretanto, acredito que o artista britânico foi muito ousado e polêmico ao anunciar uma morte retrógrada do cinema. Assisti a palestra de Peter e o que eu percebi é que ele é um artista da década de 40, com fortes influências renascentistas e barroca, que descobriu o enorme potencial que o cinema aliado às novas tecnologias possui, e vislumbrou idéias vanguardistas.</p>
<p>De qualquer forma, tudo isso deve ser interpretado com muito cuidado. O cinema deve sim investir em novas tecnologias e interação dentro da sala de cinema. Mas a passividade, em meio ao alvoroço interativo com atenções divididas, pode ser um alívio para a mente. Experimentar é bom e eu ficaria contente se pudesse entrar numa sala de cinema com telas por todos os lados e várias cenas acontecendo ao mesmo tempo. Mas, não abro mão de entrar numa sala escura e focar minha atenção na história que está rolando na minha frente. Também gosto de ouvir e ver histórias. E apenas ouvir e ver para descansar a mente.</p>
<p>Abaixo, parte da palestra e apresentação de Peter Greenway, que tive a oportunidade de assistir no Rio:<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/JdAucw2eX_E&amp;hl=en&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/JdAucw2eX_E&amp;hl=en&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/qZQTmrp261E&amp;hl=en&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/qZQTmrp261E&amp;hl=en&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Play Auditorium: Site praticamente reproduz reactable em jogo online.</title>
		<link>http://www.marianneabreu.com.br/blog/2008/12/22/play-auditorium-site-reproduz-reactable-em-jogo-via-web/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Dec 2008 03:34:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marianne</dc:creator>
				<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
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		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[interatividade]]></category>

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		<description><![CDATA[Para quem não conhece, Reactale é um instrumento musical que usa mesa multi-touch. Ao colocar objetos sobre a mesa de superfície luminosa e translúcida, um som diferente é produzido de acordo com o posicionamento do objeto. Chamamos isto de um sintetizador modular multi-touch. A Reactable foi criada pelo grupo de música digital do Instituto Audiovisual [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-328" title="reactable" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/12/reactable.jpg" alt="" width="439" height="230" /></p>
<p>Para quem não conhece, <a href="http://mtg.upf.edu/reactable/" target="_blank">Reactale</a> é um instrumento musical que usa mesa multi-touch. Ao colocar objetos sobre a mesa de superfície luminosa e translúcida, um som diferente é produzido de acordo com o posicionamento do objeto. Chamamos isto de um sintetizador modular multi-touch. A Reactable foi criada pelo grupo de música digital do Instituto Audiovisual da Universidade Pompeu Fabra de Barcelona e se popularizou nas turnês da cantora islandesa Bjork.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Ni_x_74VKU0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/Ni_x_74VKU0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Eu já conhecia a reactable quando fui ao show da Bjork no Brasil em 2007. Mas naquele ano, pela primeira vez, pude presenciar o uso real do instrumento em um concerto musical. Fiquei maravilhada em ver aquilo no palco funcionando de verdade bem ali, pertinho de mim.</p>
<p>Assim, não era de se estranhar que eu também ficasse maravilhada com o <a href="http://www.playauditorium.com/" target="_blank"><strong>Play Auditorium</strong></a>. O site praticamente reproduziu uma reactable em um jogo online! No jogo, você tem objetos arrastáveis e um espectro de luz. A missão é guiar o espectro até as caixas musicais posicionadas na tela. Quando o espectro atinge as caixas musicais e o som é tocado, você passa para o próximo nível. São 15 níveis de dificuldade numa bela mostra de som, luz e cores.<br />
Eu viciei e fiquei horas jogando como se fosse uma Reactable. Apesar do <strong>Play Auditorium</strong> ainda estar distante de uma Reactable real, a influência é visível e a diversão é garantida.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-329" title="playauditorium1" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/12/playauditorium1.jpg" alt="" width="450" height="281" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-330" title="playauditorium2" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/12/playauditorium2.jpg" alt="" width="450" height="281" /></p>
<p>O projeto surgiu de alguns experimentos de jogos de reação e música feitos pelos nova iorquinos Dain Sain e William Stallwood. No início, eles não sabiam o que realmente iam produzir, pois, afinal, estavam apenas experimentando. Aos poucos, testando com os amigos e juntando experimentos que já haviam feito, chegaram ao puzzle apresentado.<br />
Segundo eles, a produção do game e a renderização das luzes não foi uma tarefa fácil. Foi preciso muitos testes e noites para se chegar ao resultado final. Agora, O próximo desafio dos criadores do <strong>Play Auditorium</strong> é reproduzir o jogo para iphone.</p>
<div style="padding: 1em 0pt; text-align: left;"><a href="http://hp.gizmodo.com.br/conteudo/play-auditorium-site-reproduz-reactable-em-jogo-online" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-217" title="hpspot4" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/10/hpspot4.jpg" alt="" width="450" height="63" /></a></div>
]]></content:encoded>
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		<title>Arte com GPS, afinal, o mundo é uma grande tela de desenho.</title>
		<link>http://www.marianneabreu.com.br/blog/2008/11/17/arte-com-gps-afinal-o-mundo-e-uma-grande-tela-de-desenho/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 02:42:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marianne</dc:creator>
				<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[GPS]]></category>

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		<description><![CDATA[Você ouviu falar do maior desenho do mundo, supostamente feito por um GPS? E das patinadoras que passearam pelas ruas de POA com canetões e o aparelhinho para fazer do mesmo tipo de arte? A &#8220;position art&#8221; está fazendo tanto sucesso que até eu me senti incentivada a transformar o planeta em uma grande tela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você ouviu falar do maior desenho do mundo, supostamente feito por um GPS? E das patinadoras que passearam pelas ruas de POA com canetões e o aparelhinho para fazer do mesmo tipo de arte? A &#8220;position art&#8221; está fazendo tanto sucesso que até eu me senti incentivada a transformar o planeta em uma grande tela de desenho. Você também? Então, senta que lá vem história.</p>
<h4><strong>Desenhando de mentirinha</strong></h4>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-296" title="maiordesenho" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/11/maiordesenho.jpg" alt="" width="450" height="164" /></p>
<p>Há um tempo, o designer sueco Erik Nordenankar divulgou na internet seu auto-retrato como <a id="mez2" title="o maior desenho do mundo" href="http://biggestdrawingintheworld.com/">o maior desenho do mundo</a>, supostamente feito com um aparelho GPS (Global Positioning System). O GPS teria viajado dentro de uma mala passando por 62 países em seis continentes e os registros gravados por ele formariam o desenho gigante. A repercussão foi tanta, que o artista resolveu admitir que era apenas um projeto fictício feito para seu projeto final de graduação na Faculdade de Design de Beckams e publicou em seu <a id="g99f" title="site" href="http://biggestdrawingintheworld.com/">site</a> um esclarecimento sobre o assunto. Pelo menos ele conseguiu o diploma.</p>
<p>Aqui no Brasil, uma agência gaúcha de publicidade se empolgou com a história e, mês passado, criou uma ação publicitária que viralizou na internet. Contrataram duas patinadoras, amarraram um canetão com o aparelhinho nas moças e mandaram elas passearem nas ruas de Porto Alegre. Registraram tudo no blog  <a id="bvuv" title="blog" href="http://www.desafiandoainercia.com.br/">Desafiando a Inércia</a> e, ao final, foi possível ler a frase &#8220;Desafiando a inércia&#8221; no mapa da cidade.</p>
<p>E por falar em publicidade, em fevereiro de 2008, o site <a id="a:jz" title="The FWA" href="http://www.thefwa.com/">The FWA</a> publicou o <a id="y6az" title="The Worls is my canvas" href="http://www.theworldismycanvas.com/">The World is my canvas</a>, site promocional da Nokia, produzido pela agência <a id="ca7y" title="Fafar" href="http://www.farfar.se/">Fafar</a>, para popularizar o GPS. Stavros, personagem principal do site, é um artista que, segundo ele, viaja o mundo fazendo desenhos, ou melhor, &#8220;position art&#8221; com o GPS de seu celular Nokia. Mas todos os desenhos supostamente feitos em GPS divulgados no site, ao meu ver, não parecem tão reais. Você também acha?</p>
<p><a href="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/11/gps2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-278" title="gps2" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/11/gps2.jpg" alt="" width="450" height="235" /></a></p>
<h4><strong>Loucos reais por &#8220;Position Art&#8221;</strong></h4>
<p>Muito louco levou essa idéia a sério e está por aí fazendo arte com GPS. O projeto <a id="lin_" title="GPS Drawing" href="http://www.gpsdrawing.com/">GPS Drawing</a>, do artista inglês Jeremy Wood, recebe colaboradores de toda parte do mundo. Eles resolveram transformar o planeta em uma grande tela de desenho. Os desenhos são feitos por navegação em terra, água ou ar. Muitos trabalhos são enviados por pilotos de avião, paraquedistas, ciclistas e até caçadores de baleia. <strong>E, atenção, ainda não há colaboradores do Brasil!<br />
</strong></p>
<p><strong><a href="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/11/gps3.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-279" title="gps3" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/11/gps3.jpg" alt="" width="450" height="195" /></a></strong></p>
<p><strong></strong>A idéia de usar o GPS como instrumento de desenho surgiu quando Wood gravou o trajeto de um vôo comercial de Berlin para Londres em outubro de 2000. Depois disso, ele passou a gravar seus trajetos diariamente, construindo seu mapa pessoal. A cada viagem, Wood adquire um novo trabalho para sua coleção. Hoje Jeremy Wood faz exposições digitais e físicas com mostras tridimensionais dos desenhos e administra workshops para ensinar a produzir um desenho em GPS, além de promover excursões com o intuito de produzir desenhos em GPS. No workshop, ele ensina a planejar o desenho, desenhar com GPS e depois, trabalhar os resultados. O material produzido pode virar uma animação ou uma escultura. Há ainda, experimentos com animais em que o GPS é preso no animal.</p>
<div id="tlkm" style="padding: 1em 0pt; text-align: left;"><img class="alignnone size-full wp-image-280" title="gps4" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/11/gps4.jpg" alt="" width="450" height="281" /></div>
<p>Vídeo do cachorro desenhando com GPS (4.8MB Quicktime Sample)<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="360" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="align" value="top" /><param name="src" value="http://www.gpsdrawing.com/gallery/experiments/dogdrawings/video01/dognosetail01.mov" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="360" height="300" src="http://www.gpsdrawing.com/gallery/experiments/dogdrawings/video01/dognosetail01.mov" align="top"></embed></object></p>
<p>Agora, se você achou isso surreal, imagine jogar &#8220;jogo da velha&#8221; usando GPS. Como assim? Jeremy Wood e seu amigo Hugh Pryor percorreram 2,29 quilômetros, formando um desenho de 100 metros quadrados na praia de Waxham, em Norfolk, um condado da Inglaterra. A brincadeira durou um pouco mais de 30 minutos, andando a 4km/h. Quem ganhou o jogo? Deu velha! Mas, isso pouco importa. Para eles, o resultado foi um desenho divertido.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-281" title="gps6" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/11/gps6.jpg" alt="" width="450" height="294" /></p>
<p>Eu fiquei realmente impressionada com a façanha do artista. Poderia ficar horas e horas falando sobre o quão louco é desenhar com GPS. Mas como tenho q terminar esse post, vou fechar com uma animação gerada a partir das linhas capturadas pelo GPS de paraquedistas em um festival de wingsurf:</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-306" title="wingfest01" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/11/wingfest01.jpg" alt="" width="270" height="153" /><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-307" title="wingfest360" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/11/wingfest360.gif" alt="" width="200" height="95" /></p>
<p>Não é incrível?</p>
<p><a href="http://hp.gizmodo.com.br/conteudo/arte-em-gps-para-quem-quer-desenhar-no-mundo" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-217" title="hpspot4" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/10/hpspot4.jpg" alt="" width="450" height="63" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Ensaio sobre a cegueira de Woody Allen</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Nov 2008 00:07:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marianne</dc:creator>
				<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dia comum seguindo a rotina de sempre. De repente, não enxergo. Se antes, imagem era tudo, agora não é nada. Então o som passa a ter cheiro e o vento, sabor. Os sentidos se confundem e mundo pára. O que está acontecendo? Seria o fim dos tempos? O escritor português José Saramago em seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/11/woody1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-267" title="woody2" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/11/woody2.jpg" alt="" width="450" height="253" /></a></p>
<p>Um dia comum seguindo a rotina de sempre. De repente, não enxergo. Se antes, imagem era tudo, agora não é nada. Então o som passa a ter cheiro e o vento, sabor. Os sentidos se confundem e mundo pára. O que está acontecendo? Seria o fim dos tempos?</p>
<p>O escritor português <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/José_Saramago" target="_blank">José Saramago</a> em seu livro &#8220;<a href="http://www.ensaiosobreacegueirafilme.com.br/">Ensaio sobre a cegueira</a>&#8221; (1995) que acabou virando filme esse ano, transformou tudo num mundo selvagem e hostil com uma epidemia de cegueira.<br />
Crescemos e somos educados a valorizar a imagem. As cores, a roupa e a maquiagem parecem valer mais que o pensamento. Então de repente, esses valores morrem. Não enxergamos mais e passamos usar blusa xadrez com calça florida, tênis azul num pé e vermelho no outro. Se tiver calor, andamos nus. Afinal, quem vai ver? O que vale agora é a essência e o roteiro.</p>
<p>ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/6wyj1V-aKVc&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/6wyj1V-aKVc&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>É&#8230; Mas pra <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Woody_Allen" target="_blank">Woody Allen</a>, o filme de Val Waxman, seu personagem em &#8220;Dirigindo no Escuro&#8221; (2002), ficou sem pé sem cabeça. Walxman descobriu que estava cego no meio das filmagens, segurou a onda para não perder a direção e se comparou com Bethoven, o compositor surdo. Entretanto, é preciso muito mais para, efetivamente, sentir a imagem e diferenciar cores com as mãos através da temperatura, e Allen sabia bem disso. Então, todo mundo percebeu que o diretor estava cego, o filme ficou esquisitão, e o sempre bem humorado, Woody Allen, transformou a história numa sátira hollywoodiana. Afinal, quantos fimes não parecem ter sido dirigidos por diretores cegos, ou melhor, como diria Allen, por “analfabetos cinematográficos”.</p>
<p>WOODY ALLEN EM &#8220;DIRIGINDO NO ESCURO&#8221;:<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/6CXJC39C430&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/6CXJC39C430&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Os personagens de Saramago e de Woody Allen temeram a cegueira e dariam tudo para voltar a enxergar. Diferentemente de Val Kilmer em &#8220;à primeira vista&#8221; (1998), filme baseado numa história real. O personagem de Kilmer, entretanto, só descobriu que preferia a escuridão, depois de ver a luz do sol. Cego, desde a infância, teve a oportunidade de enxergar pela primeira vez após anos. Isso é possível porque existe um tipo de catarata, a congênita, que se desenvolve desde muito cedo, e graças a evolução da medicina, tornou-se possível tratar e curar essa doença.</p>
<p>Então, imagine pessoas com seus 30 ou 40 anos que, praticamente, nunca enxergaram na vida, tendo, finalmente, a oportunidade de ver! Algo totalmente desejável e que muitos considerariam um verdadeiro milagre divino! Sim? Não, e eu chamaria isso de &#8220;uma questão de ponto de vista&#8221;! A vida, assim como para aqueles que se tornaram cegos, se tornou um caos. Para quem sempre foi cego, a luz corta os olhos, as cores pertubam, o movimento desequilibra. Talvez, para esses, o filme de Woody Allen com combinações esdrúxulas feitas por Val Waxman fizesse mais sentido (estando cegos, é claro).</p>
<p>À PRIMEIRA VISTA<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/-Mt_9ci-8hA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/-Mt_9ci-8hA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Trabalhar com programação visual me levou a valorizar ainda mais a imagem e o sentido de ver. Tudo se tornou visual e as cores, essenciais. O &#8220;ver&#8221;, associado à sociedade eminentemente &#8220;visuocêntrica&#8221; que vivemos, é o sentido mais estimulado. Muitas vezes, até esqueço que posso trabalhar e explorar os outros sentidos. Pela teoria da compensação, a deficiência visual aumentaria a capacidade dos demais sentidos, principalmente audição e tato. Assim, passar a enxergar ou tornar-se cego nos obriga a reinventar a vida.</p>
<p>Diante disso, proponho um desafio: Fazer design sem se peocupar com os olhos e explorar os nossos outros 4 sentidos. Ou, como diria um amigo meu, Marlon, explorar as &#8220;sensações organolépticas&#8221;.<br />
Já pensou nisso? Afinal, vemos com os olhos, mas não só com eles.</p>
<p>JANELA DA ALMA<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ly8NORlsKt8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/ly8NORlsKt8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		</item>
		<item>
		<title>PostScript, Arte Agoritmica.</title>
		<link>http://www.marianneabreu.com.br/blog/2008/09/26/arte-agoritmica/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Sep 2008 04:30:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marianne</dc:creator>
				<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[algoritmo]]></category>
		<category><![CDATA[inacreditável]]></category>

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		<description><![CDATA[Há uns 5 anos, fiz um projeto científico baseado em arte aloritmica e o notepad virou meu photoshop e Illustrator. Basicamente, aprendi a desenhar com o Bloco de Textos. Faça um teste: Copie e cole o código a seguir em um editor de texto puro (notepad, se você usa PC &#8211; ou dreamweaver, se você [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há uns 5 anos, fiz um projeto científico baseado em arte aloritmica e o notepad virou meu photoshop e Illustrator. Basicamente, aprendi a desenhar com o Bloco de Textos.</p>
<p>Faça um teste: Copie e cole o código a seguir em um editor de texto puro (notepad, se você usa PC &#8211; ou dreamweaver, se você usa MAC), salve como .ps e abra no photoshop ou no PaintBrush:</p>
<p><a href="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/09/postscript.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-98" title="postscript" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/09/postscript.jpg" alt="" width="460" height="720" /></a></p>
<blockquote><p>%!Adobe PS<br />
0.25 0.25 scale<br />
0 0.08 1 {<br />
1 1 sethsbcolor<br />
144 144 translate<br />
-40 -60 moveto<br />
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-40 -60 moveto<br />
-150 36 0 210 126 99 curveto<br />
81 126 18 99 64 33 curveto<br />
closepath<br />
fill<br />
0 0 72 0 360 arc<br />
fill<br />
162 0 translate<br />
0 0 72 0 360 arc<br />
fill<br />
0 72 moveto<br />
-468 108 translate<br />
}for<br />
showpage</p></blockquote>
<p>Conseguiu ver? Este é um estudo de marca e tipografia feito inteiramente em post script.</p>
<p><strong>Mas para que serve essa linguagem se você pode fazer isso de forma muito mais fácil no photoshop ou illustrator?</strong></p>
<p>A princípio, não tem utilidade prática. Essa linguagem foi criada por <a title="John Warnock" href="http://en.wikipedia.org/wiki/John_Warnock">John Warnock</a>, em 1976, para facilitar a interpretação de gráficos por parte de dispositivos externos, como a impressora. Quando a Adobe Systems incorporou a Linguagem Post Script, em 1985, o design gráfico sofreu uma mudança marcante, processos que antes eram estritamente fotográficos passaram a serem utilizados também no meio digital. A partir daí, a sintaxe e o conceito da linguagem foram aproveitados pela Adobe para a produção de softwares de construção gráfica. Hoje em dia, algo muito parecido é encontrado ao desenhar em &#8220;ActionScript&#8221;, a linguagem de programação flash.</p>
<p>Também existe a possibilidade de associar o postscript a outras linguagens e automatizar um processo de impressão com dados dinâmicos e variáveis. Isso permite que você imprima, em larga escala, ilustrações personalizadas.</p>
<p>Outra utilidade interessante, que vejo, é de gerar desenhos baseados em arte algorítmica, como mandalas e fractais.</p>
<p><a href="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/09/postscript2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-102" title="postscript2" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/09/postscript2.jpg" alt="" width="460" height="347" /></a></p>
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		<title>Fazendo arte na internet.</title>
		<link>http://www.marianneabreu.com.br/blog/2008/09/01/fazendo-arte-na-internet/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Sep 2008 00:18:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marianne</dc:creator>
				<category><![CDATA[arte]]></category>

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		<description><![CDATA[Jackson Pollock foi um artista americano na época do expressionismo abstrato, sua principal característica era fazer arte com respingos de tinta. Assim, ele conseguia manter uma harmonia entre os respingos que escorriam e a cores, sem o uso de pincel. Para divulgar o trabalho do artista e sua exposição em Londres, foi criado o  jacksonpollock.org [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jackson Pollock foi um artista americano na época do expressionismo abstrato, sua principal característica era fazer arte com respingos de tinta. Assim, ele conseguia manter uma harmonia entre os respingos que escorriam e a cores, sem o uso de pincel. Para divulgar o trabalho do artista e sua exposição em Londres, foi criado o  <a title="Jackson Pollock" href="http://www.jacksonpollock.org/" target="_blank">jacksonpollock.org</a> em que você pode dar uma de &#8220;Jackson Pollock&#8221; e pintar sua própria tela.</p>
<p><a href="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/09/fazendoarte1a.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-93" title="fazendoarte1a" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/09/fazendoarte1a.jpg" alt="" width="460" height="394" /></a></p>
<p>Alguns sites têm se insipirado nas técnicas de artes plásticas para criar interações digitais. Outro muito interessante é <a href="http://thisissand.com/" target="_blank">thisissand.com</a>. Sempre foi muito bacana observar os artistas nas ruas do nordeste montando quadros com areia colorida. É preciso paciência para colocar a areia no lugar certo e criar uma composição.</p>
<p><a href="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/09/fazendoarte2a.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-95" title="fazendoarte2a" src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/09/fazendoarte2a.jpg" alt="" width="460" height="305" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A Arte dos Gêmeos.</title>
		<link>http://www.marianneabreu.com.br/blog/2008/08/03/a-arte-dos-gemeos/</link>
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		<pubDate>Sun, 03 Aug 2008 16:55:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marianne</dc:creator>
				<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[quadrinhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais gêmeos fazendo sucesso no repertório artístico internacional. No último Comi Con em San Diego, os gêmeos paulistas Fábio Moon e Gabriel Bá ganharam o Eisner Awards, o oscar dos quadrinhos. Eles são autores do fanzine &#8220;10 pãezinhos&#8221; e das graphic novels &#8220;Meu coração não sei por que&#8221; e &#8220;O girassol e a lua&#8221; publicados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais gêmeos fazendo sucesso no repertório artístico internacional. No último Comi Con em San Diego, os gêmeos paulistas Fábio Moon e Gabriel Bá ganharam o Eisner Awards, o oscar dos quadrinhos. Eles são autores do fanzine &#8220;10 pãezinhos&#8221; e das graphic novels &#8220;Meu coração não sei por que&#8221; e &#8220;O girassol e a lua&#8221; publicados no Brasil. Gabriel também ilustrou a HQ &#8220;The Umbrella Academy&#8221;, ganhadora de melhor série limitada e escrita por Gerard Way, o vocal da banda My Chemical Romance.<br />
<img src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/08/gemeos1.jpg" alt="Gêmeos dos quadrinhos." /><br />
Nas imagens:  Fábio Moon e Gabriel Bá, &#8220;Umbrella Academy&#8221; e &#8220;5&#8243;, vencedor do Eisner Award.</p>
<p>Outros gêmeos que já estão consagrados são os famosos grafiteiros Otavio e Gustavo Pandolfo, também paulistas. Eles imergem a pintura de rua no cenário local, na maioria das vezes ilustrando humanóides amarelos. Com trabalhos grafitados no mundo inteiro, chegaram a pintar um dos mais importantes castelos históricos da Escócia, por ordem do conde de Glasgow. A surrealidade continua.<br />
<img src="http://201.33.21.54/~marianne/blog/wp-content/uploads/2008/08/gemeos2.jpg" alt="Os gêmeos grafiteiros." /><br />
Nas imagens:  Otávio e Gustavo Pandolfo, Exposição em Deitch, Pintura no castelo da Escócia e intervenção em Londres.</p>
<p>O mais interessante é ver como funciona a sinergia dessas duplas de artistas brasileiros.<br />
Veja mais:<a href="http://theworldsbestever.com/2008/07/01/photos-from-os-gemeos-at-deitch/" target="_blank">Fotos da exposição dos gêmeos grafiteiros.</a><br />
<a href="http://www2.uol.com.br/10paezinhos/" target="_blank">Site dos gêmeos dos quadrinhos.</a></p>
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