
Em 2007, eu trabalhava na TV1. Na época, a empresa produziu um vídeo que resume boa parte do que tenho estudado e pesquisado. O vídeo fala sobre o Rafinha. Foi aí que descobri que todas as minhas pesquisas sociológicas e antropológicas serviam para explicar a vida e costumes do Rafinha. Coincidentemente, naquele mesmo ano, publiquei um artigo falando sobre como essa revolução tecnológica e comunicacional tem influenciado a sociedade, ou, poderia dizer, o Rafinha.
Acho esse vídeo fantástico! Com certeza, uma ótima referência para qualquer pessoa que trabalha com internet. Já vai fazer 2 anos que ele foi publicado, mas ainda é atual. Assista:
Vivemos hoje em um mundo estranho. Estranho porque quebrou uma série de conceitos de mundo que aprendemos com os nossos pais, desde criança. Hoje, mantenho um diário aberto em que falo o que acontece na minha vida para, literalmente, todo mundo (o twitter), mantenho várias redes sociais e me comunico, basicamente, pelo messenger.
O parabéns de aniversário chega por scrap, o convite de balada chega por MSN, as notícias sobre os amigos q moram longe chegam por twitter. Recebo e-mails da minha prima de 7 anos e scraps da minha tia-avó de 65 anos, converso com meus pais pelo Skype…
E enquanto, muitos defendiam que isso nos tornaria mais distantes das pessoas, digo o contrário, sinto-me mais próxima delas. Nerd ou geek, eu? Não, sou uma pessoa normal. Gosto de contato físico, gosto de me comunicar, gosto de balada e ando de bicicleta. Sim, sou amiga do Rafinha e o Rafinha é meu amigo.


