
As eleições do presidente americano tiveram várias inovações. Uma delas e mais marcante, é claro, foi o próprio presidente eleito: um negro, com antecedência árabe e Hussein no nome. Durante a campanha, o site de Obama, que abrangeu boa parte das redes sociais da internet com uma identidade visual e materiais promocionais bem concebidos, se tornou uma referência de campanha online. Wow! Até eu, logo no início da campanha, criei minha página no “mybarackobama.com” só pra ver como funcionava.
Mas as inovações não pararam por aí. A CNN para anunciar o resultado das eleições presidenciais dos EUA, tentou sair na frente e engambelou lançou, no dia 4 de novembro, um “sistema de holografia” em seu canal de comunicação entre jornalistas. Então, a repórter Jessica Yellin foi “teleportada” de Chicago para o estúdio da CNN em Nova York.
Seria extremamente inovador se não fosse pelo seguinte fato: não eram hologramas!
Hans Jürgen Kreuzer, professor especialista em holografia da Universidade de Dalhousie logo apontou “sofisticado, mas não acho que fizeram com hologramas”.
Os âncoras da CNN não estavam conversando realmente com uma “Jessica Yellin” projetada em imagem tridimensional e sim, com um espaço vazio. A imagem foi adicionada por meio de computação gráfica de modo a dar a falsa impressão que era um holograma. (ah, assim é fácil, né?)
Kreuzer explicou que as imagens, na verdade eram “tomogramas”, quando esta é capturada de todos os lados. No caso da CNN, eles usaram 35 câmeras de alta-definição sincronizadas com 20 computadores para possibilitar a transmissão ao vivo.
É… Não foi dessa vez que chegamos a uma realidade próxima às cenas de StarWars em que R2D2 permitia teleconferência por holograma.
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